Vodafone prevê que no serviço fixo reposição temporária

Atenção: "Deverá ponderar muito bem" antes de aceder à

Contactada pela Lusa, a mesma fonte referiu que “a rede móvel da Vodafone está reposta na sua generalidade em todos os concelhos afetados pela depressão Kristin”. Contudo, “subsistem situações onde as reparações têm ainda caráter provisório, uma vez que houve necessidade de colocar torres de substituição onde as originais ficaram destruídas ou comprometidas e em substituir os cabos de fibra ótica que ligam estas estações por ligações por satélite”, prosseguiu fonte oficial da Vodafone Portugal. Para poderem ser instaladas rapidamente, “as torres temporárias têm características diferentes das originais (altura, por exemplo), o que pode resultar em uma cobertura de serviço distinta”, ressaltou. Já “no serviço fixo, onde se concentram as maiores dificuldades (uma total destruição da rede fixa aérea: cabos de fibra ótica, juntas, caixas de distribuição e postes), espera-se que a reposição temporária se estenda, pelo menos, até o final do mês de abril”, detalhou a mesma fonte. A operadora acrescentou que “essa reposição tem encontrado grandes desafios no terreno”, já que “a destruição dos postes obriga a deixar muitas vezes no solo os novos cabos de fibra, aumentando a probabilidade de novos cortes por terceiros, o que pode se traduzir na instabilidade do serviço recuperado”. Quanto ao faturamento, “a Vodafone cumpre o disposto na Lei das Comunicações Eletrônicas e nos contratos com seus clientes, que estabelecem que em caso de indisponibilidade de serviço não imputável ao cliente e superior a 24 horas, consecutivas ou acumuladas por período de faturamento”, (…)”reembolsará o cliente pelo valor proporcional ao período de indisponibilidade”. Este crédito “é calculado automaticamente ao fim do período de indisponibilidade e aplicado na fatura seguinte, não necessitando de qualquer ação da parte do cliente”, sublinhou fonte oficial da Vodafone Portugal. Já fonte oficial da NOS disse que, “neste momento, os serviços de rede móvel já foram repostos” e na rede fixa “cerca de 97,5% do serviço está recuperado”, e “os clientes sem serviço verão, na sua maioria, a normalização da situação nas próximas semanas”. A NOS reiterou que “tem compensado e vai continuar a compensar de forma proativa seus clientes pelos dias de indisponibilidade de serviço”. Essa compensação “é automaticamente creditada na conta dos clientes na fatura seguinte ao restabelecimento do serviço”, disse a fonte, acrescentando que “nenhum cliente desses municípios teve e não terá interrupção de serviços por falta de pagamento”. Também contactada pela Lusa, fonte oficial da Meo disse que, “atualmente, a rede móvel está reposta nas suas componentes de cobertura e capacidade”. No entanto, “a recuperação da rede fixa tem se mostrado mais complexa, uma vez que, em muitos locais, não está em questão apenas a reparação de falhas pontuais, mas a reconstrução integral de trechos da rede”. Ainda assim, hoje, “a disponibilidade da rede fixa nas áreas afetadas é de 95,9%”, disse. “A previsão atual aponta para a reposição completa do serviço até 30 de abril, e esse prazo pode variar em função das condições concretas no terreno e de fatores externos. Até lá, e sempre que necessário, soluções transitórias alternativas poderão ser utilizadas para garantir a prestação do serviço”, ressaltou. Sobre o faturamento, a Meo “tem creditado automaticamente os períodos de indisponibilidade dos serviços de telecomunicações aos clientes localizados nas áreas afetadas pelas tempestades, nos termos da legislação em vigor”, detalhou a fonte, acrescentando que os clientes impactados “recebem um crédito correspondente aos dias em que não tiveram serviço, refletido na fatura seguinte ao período de indisponibilidade”. Leia Também: Mau tempo: Clientes de áreas afetadas podem pedir fracionamento

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