Preços disparando: Coloca esses produtos no carrinho do

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Os preços não param de subir e a cesta básica monitorada pela DECO PROteste voltou a estabelecer um novo recorde na semana passada. Na última semana, pão de forma (12%), cebola (11%) e alface crespa (8%) foram os produtos que mais encareceram. “Por outro lado, se compararmos os preços atuais com os da primeira semana do ano, em 7 de janeiro de 2026, a maior alta percentual de preço foi vista em produtos como o tomate (mais 63%), a couve-coração (mais 42%) e o peixe-espada-preto (mais 30 por cento)”, adianta ainda a organização de defesa do consumidor. Já desde 5 de janeiro de 2022, “quando a DECO PROteste iniciou o monitoramento do preço dessa cesta, os maiores aumentos percentuais foram os da carne bovina para cozinhar (mais 126%), da couve-coração (mais 109%) e dos ovos (mais 84 por cento)”. O peixe se destaca A DECO PROteste explica ainda que o “peixe está entre os produtos cujo preço mais subiu desde o início do ano”. “Desde a primeira semana de 2026, as oito variedades de peixe monitorizadas no cabaz alimentar da DECO PROteste — bacalhau graúdo, dourada, salmão, pescada fresca, carapau, peixe-espada-preto, robalo e perca — já viram o seu preço subir 9,83 euros (mais 11,64 por cento). Se se comprar um conjunto com um quilo de cada uma destas variedades de peixe, gasta-se já 94,26 euros”, pode ler-se no site da organização. Por sua vez, a cesta de 63 alimentos também está cada vez mais cara: “Na última semana, o preço voltou a subir e atingir um novo recorde: 259,52 euros. Desde o início de 2026, já aumentou 17,69 euros (mais 7,32 por cento). Há cerca de quatro anos, em 5 de janeiro de 2022, para comprar exatamente os mesmos produtos, os consumidores gastavam menos 71,82 euros (menos 38,26 por cento)”, explica. O cabaz essencial de 63 produtos, monitorado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 259,52 euros, mais 1,57 euros em relação à semana anterior, foi anunciado. Lusa | 15:47 – 15/04/2026 A DECO PROteste também deixa um alerta: “Se o conflito no Oriente Médio continuar, é possível que os preços dos alimentos possam subir ainda mais nos próximos meses. Essa guerra já causou aumentos nos preços dos combustíveis e da energia, e os impactos já foram sentidos nas cadeias de suprimentos, assim como aconteceu com a crise energética causada pelo início da guerra na Ucrânia”. Além disso, “ao impacto das altas de preços nos combustíveis somam-se ainda os prejuízos causados ​​pelas tempestades de janeiro e fevereiro no País, cujos efeitos podem ainda não estar integralmente refletidos nos preços ao consumidor, assim como uma alta nos preços dos fertilizantes usados ​​na agricultura”. “Alguns dos maiores produtores de fertilizantes agrícolas, e de matérias-primas para fertilizantes, estão localizados no Oriente Médio. Com grande parte dessas mercadorias enviadas por via marítima pelo estreito de Ormuz, se o conflito na região se prolongar, os preços desses produtos podem aumentar significativamente, o que resultará em alimentos mais caros”, conclui a organização. Leia Também: Cesta básica volta a aumentar atinge novo máximo de 259,52 euros

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