PTRR “globalmente bem”, mas reconstrução de casas sem o

“O PTRR está a correr bem globalmente. Beneficiaram disso milhares de empresas e dezenas de milhares de empresas”, disse o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, na conferência PTRR: Um novo ciclo de investimento, em Lisboa. Conforme detalhou o ministro, encarregado da coordenação do programa, que foi apresentado no final do mês passado, mais de 7 mil empresas tiveram dotações aprovadas no âmbito das linhas de crédito, com 1.500 milhões de euros para a região de Leiria. Ainda assim, Castro Almeida ressalvou que “a parte que não está tendo a mesma eficiência” tem a ver com o apoio para a reconstrução de casas de primeira habitação, que recebeu 35 mil candidaturas e pouco mais de um terço “está resolvido”. O ministro da Economia assinalou, na conferência, que é organizada pela Abreu Advogados, em parceria com NERLEI CCI — Associação Empresarial da Região de Leiria/Câmara de Comércio e Indústria e com o jornal ECO, grandes diferenças entre as várias câmaras municipais, que são responsáveis pela avaliação dos danos. “Temos situações fantásticas, com algumas câmaras que já concluíram o trabalho, mas também há câmaras que não fizeram nenhuma (avaliação de danos)”, disse, dando como bom exemplo Cantanhede ou Anadia. O programa “Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência” (PTRR) tem um envelope financeiro global de 22.600 milhões de euros e um horizonte temporal de nove anos. Leia Também: Governo vai apoiar famílias carentes a pagar seguro contra catástrofes



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