Sindicato dos Trabalhadores da CGD reivindica aumentos de

“O STEC considera esta proposta minimamente justa, que não põe em causa a sustentação económica e financeira da CGD e representa um passo para corrigir gradualmente a profunda e crescente desigualdade existente”, refere o sindicato no documento. Além do aumento das cláusulas de expressão pecuniária, o STEC sugere “uma proposta de revisão do Acordo de Empresa” com o objetivo de “melhorar um conjunto de direitos”. O sindicato justifica os aumentos propostos com vários elementos, incluindo a necessidade de recuperar poder de compra face à inflação ou os lucros recentes da CGD, que teve resultados líquidos superiores a 3.000 milhões de euros no total de 2023 e 2024. O STEC assinala ainda que os trabalhadores tiveram um aumento da produtividade face à redução do número de trabalhadores e alertou para a dificuldade de fixação e recrutamento de trabalhadores no banco público. Ao mesmo tempo, recorda o bloqueio nas carreiras dos trabalhadores da CGD entre 2013 e 2016 e as remunerações dos elementos da administração. A organização de defesa dos trabalhadores sublinha que a proposta de revisão do Acordo de Empresa não deve “condicionar ou substituir o aumento salarial por um qualquer prémio ou bónus, de sentido arbitrário”. O sindicato acrescenta que a administração da CGD, ao aceitar estas propostas, demonstraria estar “genuinamente preocupada com um clima sociolaboral positivo, fundamental para o bom funcionamento da empresa e para enfrentar com êxito a concorrência da banca privada”. Leia Também: Sindicato da CGD continuará a lutar para repor progressão



Publicar comentário