Atenção, passageiros: Ryanair mudará tempos de check-in e

A Ryanair anunciou, na quarta-feira, que fará mudanças nos horários de check-in e entrega de bagagem. Na prática, a companhia aérea passará a encerrar esses serviços 60 minutos antes do horário do voo, ao invés dos atuais 40 minutos. Em comunicado, a companhia aérea explica que a mudança vale a partir de 10 de novembro de 2026. “A partir de terça-feira, 10 de novembro, os serviços de check-in e despacho de bagagem em todos os seus aeroportos serão fechados 60 minutos antes da partida programada (em vez dos atuais 40 minutos) para dar aos passageiros mais tempo para passar pela segurança do aeroporto e pelas filas de passaportes”, dizia a nota divulgada. Essa medida, explica a companhia, permitirá reduzir o número de passageiros que atualmente perdem seus voos por “ficarem presos nessas filas”. A medida é anunciada no momento em que a Ryanair “está instalando mais quiosques de atendimento automático para despacho de bagagem em toda a sua rede”, estimando que mais de 95% dos aeroportos terão esses quiosques até outubro. Ryanair alerta para possível interrupção no combustível já em maio O presidente-executivo (CEO) da Ryanair, Michael O’Leary, alertou para a possibilidade de uma interrupção no abastecimento de combustível no início de maio, caso a guerra no Irã se prolongue, o que encareceria o preço das passagens aéreas. Diante da possibilidade de o conflito no Oriente Médio se estender até maio, o oficial afirmou estar “confiante de que a guerra terminará antes disso e que os riscos para o abastecimento desaparecerão”, disse à emissora britânica Sky News. Michael O’Leary destacou que a Ryanair está “razoavelmente bem protegida”, já que tem cerca de 80% de seu combustível comprado antecipadamente até março de 2027 a um preço de US$ 67 por barril. Na sua opinião, se o conflito terminar e o Estreito de Ormuz for reaberto “em meados de abril, então não haverá risco” para o abastecimento de combustível para a aviação. No entanto, se a guerra continuar “e a interrupção do fornecimento persistir”, as companhias aéreas acreditam que é possível que cerca de 10, 20 ou 25% de seus suprimentos sejam afetados durante maio e junho, disse o chefe da Ryanair. O CEO lembrou que alguns concorrentes no setor ‘low-cost’, como Wizz e easyJet, já cancelaram voos e preveem reduzir a capacidade em aproximadamente 5% durante maio e junho. A esse respeito, O’Leary ressaltou que a Ryanair não cancelou voos, insistiu que seu abastecimento de combustível está garantido e antecipou que pretende continuar crescendo durante essa crise. Apesar de tudo, ele alertou que o risco de preços de passagens “significativamente mais altos” permanece para os meses de maio, abril e junho. O presidente-executivo (CEO) da Ryanair, Michael O’Leary, alertou hoje para a possibilidade de uma interrupção no abastecimento de combustível no início de maio, caso a guerra no Irã se estenda, o que encareceria o preço das passagens aéreas. Lusa | 13:25 – 01/04/2026 Leia Também: Aeroportos da UE esperam filas de 2h nas fronteiras na semana da Páscoa



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