Banco Mundial lança Rede para aumentar o impacto das

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Washington, 14 nov 2025 (Lusa) – O Banco Mundial anunciou hoje o lançamento da Rede para o Impacto em África (NIA), uma iniciativa conjunta com quatro centros de pesquisa, para aumentar o conhecimento e maximizar o impacto das intervenções no continente.

“O seu objetivo principal é duplo: unir forças na partilha de conhecimentos práticos globais e locais ao envolver os decisores políticos e identificar soluções exequíveis e específicas para cada país que possam acelerar o impacto”, lê-se no comunicado enviado à Lusa.
“A Rede para o Impacto em África faz parte da nossa transformação mais ampla para construir um Banco de Conhecimento do Grupo Banco Mundial mais conectado, inclusivo e impactante; estamos a repensar a forma como o conhecimento é criado e utilizado, incorporando a experiência local desde o início e amplificando as vozes africanas na definição de soluções que geram resultados reais”, disse o diretor-geral sénior do Grupo Banco Mundial, Axel van Trotsenburg, citado no comunicado.
A NIA reúne centros de pesquisa africanos e o Grupo Banco Mundial para promover a aprendizagem mútua e a criação conjunta de “soluções baseadas nas realidades locais africanas e enformadas pela aplicação do conhecimento global”, tendo como objetivo “amplificar as vozes regionais, incorporar a experiência africana no aconselhamento político e fortalecer as relações entre as equipas nacionais do Grupo Banco Mundial e as instituições locais”.
Os membros fundadores da NIA incluem o Consórcio Africano de Investigação Económica (AERC), o Centro de Políticas para o Novo Sul (PCNS), o Centro Africano para a Transformação Económica (ACET), o Instituto Sul-Africano de Assuntos Internacionais (SAIIA) e o Grupo Banco Mundial, num modelo de governação igualitário e de gestão conjunta, estando aberta a mais membros.
O lançamento desta iniciativa insere-se no conjunto de medidas que têm vindo a ser tomadas pelo presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, com o objetivo de racionalizar a instituição e torná-la mais eficiente, aumentando não só o leque das operações financeiras, mas também expandindo o fornecimento de aconselhamento político e formação técnica nos países em que opera, acrescenta a instituição.
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