Construção da linha Violeta teve propostas entre 598,8 e os
As quatro propostas, abertas em 15 de julho, encontram-se agora em fase de análise pelos membros do júri do concurso público internacional. O concurso para a empreitada da Linha Violeta foi lançado pelo Metropolitano de Lisboa em 15 de abril, com um preço base de 600 milhões de euros, acrescido de IVA. Numa nota, o Metropolitano de Lisboa indicou que uma proposta da MasterStylo – Eletricidade e Telecomunicações, Lda apresentou o valor de 600 milhões de euros para a conceção e construção da nova linha, enquanto o conjunto constituído pela Mota Engil, Engenharia e Construção, SA/Zagope – Construções e Engenharia, SA/Spie Batignolles Internacional – Sucursal em Portugal propôs a construção pelo valor de 598,8 milhões de euros. Outra das propostas, pelo valor de 716 milhões de euros, foi apresentada pela Teixeira Duarte – Engenharia e Construções, SA/Casais – Engenharia e Construção, SA/Tecnovia – Sociedade de Empreitadas, SA/EPOS – Empresa Portuguesa de Obras Subterrâneas, SA/Somafel – Engenharia e Obras Ferroviárias, SA/Jayme da Costa — Energia E Sistemas, SA A quarta proposta, apresentada pelas empresas FCC Construcción, SA/Contratas y Ventas, SAU/Comsa, SAU/Comsa Instalaciones Y Sistemas Industriales, SAU/Fergrupo – Construções Técnicas e Ferroviarias, SA, avançou com o valor de 629,9 milhões de euros. De acordo com o Metro de Lisboa, o “concurso público destina-se à contratação de diversas componentes do empreendimento, como por exemplo a conceção e construção da infraestrutura do Sistema de Metro Ligeiro e do reordenamento urbano envolvente, a elaboração de todos os estudos para efeitos da instrução dos processos de expropriação por utilidade pública e o fornecimento de veículos”. Os valores das propostas foram divulgadas depois de decorrido o prazo legal para a decisão de eventuais reclamações sobre a lista de concorrentes. Este investimento enquadra-se no âmbito da concretização do plano de expansão da rede do Metropolitano de Lisboa e tem conclusão prevista para o ano de 2029. A Linha Violeta, com 11,5 quilómetros de extensão, contempla 17 estações: nove no concelho de Loures (que servirão as freguesias de Loures, Santo António dos Cavaleiros e Frielas, numa extensão de cerca de 6,4 quilómetros) e oito no concelho de Odivelas (para servir as freguesias de Póvoa de Santo Adrião e Olival de Basto, Odivelas, Ramada e Caneças), numa extensão total de cerca de 5,1 quilómetros. As estações terão diferentes tipologias, sendo 12 de superfície, três subterrâneas e duas em trincheira. O primeiro concurso público referente à empreitada da Linha Violeta foi lançado a 15 de março de 2024 e resultou na exclusão de todas as propostas apresentadas pelos operadores económicos, por excederem o preço base do concurso, em média cerca de 46%. “Neste contexto, foi necessário proceder a uma atualização do custo do investimento que se enquadrasse na atualização de preços ocorrida entre a conclusão do estudo prévio (em 2023) e o momento em que se estima iniciar o novo procedimento de contratação pública da empreitada, traduzindo-se essa atualização num acréscimo ao custo total do investimento de 150,2 milhões de euros”, é referido na nota. Leia Também: Uso de transportes públicos entre a região do Oeste e Lisboa aumentou 22%



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