Crise? BCE avisa banca da zona euro para não confiar em

Zona euro. Consumidores preveem inflação mais baixanos

No sexto fórum de supervisão bancária organizado pelo BCE, Buch quantificou que o apoio orçamental na zona euro durante a crise da pandemia de covid-19 representou 4% do Produto Interno Bruto (PIB), sendo dois terços desse apoio ajuda direta às empresas e aos trabalhadores.

Nos anos seguintes, as medidas orçamentais para enfrentar a alta dos preços da energia foram de magnitude semelhante, acrescentou Buch.
Agora é legítimo questionar, segundo Buch, se um apoio político semelhante ocorrerá numa crise futura, dado o aumento do nível de dívida e as fortes pressões orçamentais.
Os bancos devem proteger-se da próxima crise com “posições de capital e liquidez fortes, uma governança robusta, flexibilidade operacional e sistemas de tecnologia da informação robustos”, considerou Buch.
A resiliência cibernética e operacional deve ser uma prioridade na gestão de riscos dos bancos.
O BCE conduziu em 2024 um teste de ‘stress’ a ataques cibernéticos.
Os bancos em geral estão bem preparados para se recuperar de um ataque cibernético, mas há áreas onde precisam fazer mais.
As exposições a fornecedores de serviços externos podem se tornar numa ameaça tendo em conta o aumento dos riscos geopolíticos.
Os bancos devem avaliar amplamente os riscos antes de usar serviços de computação em nuvem, por exemplo.
Os ataques cibernéticos importantes a bancos europeus duplicaram nos últimos anos e tornaram-se mais frequentes e severos.
Quase todos os 113 bancos que o BCE supervisiona diretamente, que são os maiores da zona euro, subcontrataram funções críticas a empresas externas.
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