Dos aumentos das pensões à greve geral: Os temas que

Do salário de outubro sem bónus à nova Mercadona: Os temas

O mecanismo legal de atualização das pensões vai ditar um aumento das reformas no próximo ano, sendo que a ministra já confirmou aumentos de 2,79% para as pensões mais baixas. Contas feitas, os aumentos podem chegar, no máximo, até aos 127 euros por mês. A ministra do Trabalho afirmou na sexta-feira, no Parlamento, que as pensões mais baixas deverão ter um aumento de 2,79% em 2026 e que a atribuição de um suplemento extraordinário, à semelhança do que aconteceu este ano, dependerá da folga orçamental. O ano ainda não terminou, mas a Mercadona já está a preparar 2026. O grupo espanhol anunciou na semana passada que já está a recrutar para supermercado que vai abrir em Beja. “A Mercadona, empresa de supermercados, que conta já com mais de 65 lojas em Portugal, vai abrir em Beja, no próximo ano, um novo supermercado, que se irá localizar no novo Retail Park e encontra-se em fase de recrutamento para esta nova loja”, pode ler-se num comunicado divulgado pelo grupo. De acordo com a marca espanhola, as vagas em aberto para trabalhar no supermercado referido são para operador de loja. O Banco de Portugal (BdP) junta-se a outros bancos europeus que recomendam que os cidadãos devem ter algum dinheiro físico em casa para responder a momentos de crise, como o apagão energético que aconteceu a 28 de abril. Não existe um montante definido, mas há autoridades que recomendam 70 euros por adulto e 30 euros por criança. “Tanto o número de operações como o valor levantado cresceram, sinal de que muitos consumidores terão realizado levantamentos extraordinários, em parte para compensar os que ficaram por efetuar no dia do apagão, por indisponibilidade de grande parte dos caixas automáticos. Mas é igualmente plausível que uma parte da população tenha optado por reforçar reservas de numerário, motivada por preocupações pessoais e pelas notícias que enfatizaram a utilidade do dinheiro físico em momentos de crise”, pode ler-se no Boletim Notas e Moedas, publicado pelo BdP no final de outubro. A ministra do Trabalho afirmou na sexta-feira, no Parlamento, que as pensões mais baixas deverão ter um aumento de 2,79% em 2026 e que a atribuição de um suplemento extraordinário, à semelhança do que aconteceu este ano, dependerá da folga orçamental. Na audição no âmbito da discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2026 (OE2026), a ministra reiterou que o Governo vai “proceder ao aumento das pensões à taxa legal” e “havendo folga orçamental” atribuir um novo suplemento extraordinário aos pensionistas com reformas mais baixas. O secretário-geral da CGTP anunciou no fim de semana uma greve geral para 11 de dezembro, no final da marcha nacional contra o pacote laboral, em Lisboa. Também a UGT já fez saber que vai propor na quinta-feira ao secretariado nacional a ratificação da decisão de avançar, em conjunto, para esta paralisação. Afinal, qual é o impacto para os trabalhadores que aderem à greve geral? Num conjunto de perguntas e respostas sobre uma outra greve geral, que decorreu em 2010, a UGT explicou o seguinte: No contrato de trabalho – “A greve suspende o contrato de trabalho, pelo que o trabalhador deixa de estar obrigado pelos deveres de subordinação e assiduidade (art.º 536º do Código do Trabalho), perdendo apenas o direito à retribuição e ao subsídio de refeição”; Na antiguidade – “O tempo de greve conta para efeitos de antiguidade, não sendo o trabalhador prejudicado na sua progressão na carreira (art.º 536º do Código do Trabalho)”. Leia Também: Fim do desconto no ISP? Bruxelas, “para já, não impôs nenhuma data”

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