Mais um cheque: Oitavo pagamento do PRR deverá ser aprovado

Mais um cheque: Oitavo pagamento do PRR deverá ser aprovado

O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, anunciou, na quarta-feira, que o oitavo pagamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no valor de 1,16 mil milhões de euros, deverá ser aprovado esta quinta-feira.

Com esta aprovação, a taxa de execução do programa passará dos atuais 52% para 61% do total.
“Estamos com uma taxa de execução de 52% que amanhã (quinta-feira) passará para 61%, pois, em princípio, é aprovado o oitavo pedido de pagamento. Quando é aprovado um pedido de pagamento, a taxa de execução sobe”, disse o ministro no Parlamento.
O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, esteve no Parlamento no âmbito de uma audição sobre reprogramação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a requerimento dos grupos parlamentares do PS e do PSD.
No dia 14 de novembro de 2025, Portugal submeteu à Comissão Europeia o oitavo pedido de pagamento do PRR, que integra a comprovação de 22 marcos e metas, a que se juntaram outros 14, que foram submetidos de forma antecipada.

O oitavo pedido de pagamento do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), que Portugal submeteu a Bruxelas em novembro de 2025, deverá ser pago em fevereiro, adiantou hoje a Estrutura de Missão Recuperar Portugal.
Lusa | 11:11 – 15/01/2026

O PRR, que tem um período de execução até 2026, pretende implementar um conjunto de reformas e investimentos tendo em vista a recuperação do crescimento económico.
Além de ter o objetivo de reparar os danos provocados pela covid-19, este plano tem o propósito de apoiar investimentos e gerar emprego.
Tempos de análise de candidaturas do PRR estão a “diminuir drasticamente”
Os tempos de análise das candidaturas ao PRR estão “a diminuir drasticamente”, embora ainda subsistam atrasos de algumas semanas que o Governo pretende eliminar, disse ainda o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida.
“No conjunto dos programas, a intenção é que se normalizem os prazos de 60 dias úteis para análise e de 30 dias para o pagamento. Ainda não estamos lá, mas estamos quase lá”, afirmou o governante durante uma audição na Comissão de Economia e Coesão Territorial (CECT). 
Sublinhando que “havia concursos com atrasos de mais de um ano”, quando a coligação PSD/CDS formou Governo, Castro Almeida reforçou que houve “um avanço enorme na análise de candidaturas” aos fundos europeus.
“No IAPMEI, as candidaturas com mais de 60 dias úteis de atraso eram zero no final do ano e, na AICEP, eram 20, entre milhares que foram apresentadas”, esclareceu.

A reprogramação do PRR, que conduziu a uma redução de 311 milhões de euros nos fundos europeus, foi “um ato de gestão inevitável e prudente”, disse hoje o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida.
Lusa | 14:36 – 21/01/2026

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