Palma Ramalho: “Mantenho-me enquanto o primeiro-ministro

Palma Ramalho: "Mantenho-me enquanto o primeiro-ministro

A governante, que falou à margem da cerimónia de assinatura do Protocolo SAD+Saúde, em Lisboa, questionada sobre o processo, disse que por “muito importante” que seja, há “mais vida para além da reforma laboral”. Questionada ainda sobre as condições para se manter no cargo, a ministra assegurou que as tem, “enquanto o primeiro-ministro entender”, disse. A governante ressaltou que a versão final dessa reforma “terá de ser decidida em reunião do Conselho de Ministros, que será em breve sobre esse tema”. “Portanto, não se trata de uma proposta da ministra, trata-se de uma proposta do governo e, portanto, a decisão final sobre a versão que vai ao parlamento é do Conselho de Ministros e não da ministra”, ressaltou. Palma Ramalho reiterou que a base da proposta “deverá ser o anteprojeto que foi aprovado já em Conselho de Ministros, em julho do ano passado, mas bastante diferente da versão inicial desse anteprojeto, porque com certeza incorporará todos os contributos que o Governo entender úteis e que se produziram durante estes nove meses”. Algumas dessas contribuições têm “origem em parceiros sociais que estão representados na Concertação Social, outras têm origem em associações empresariais e sindicais não representadas na Concertação Social, e outras, bastantes, aliás, em várias instituições da sociedade civil”, disse. Questionada ainda sobre o pré-aviso de greve geral da CGTP, para 3 de junho, a ministra disse que já estava anunciada e, “portanto, trata-se de cumprir apenas uma formalidade”. Leia Também: “Greve geral jamais poderia ser depois que roubaram nossa casa”

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