Integridade Como Diferencial Competitivo Nos Bancos? •

Integridade Como Diferencial Competitivo Nos Bancos? •

Num mercado financeiro onde a confiança é o activo mais valioso, a integridade deixou de ser um valor abstracto para se tornar num diferencial competitivo. A ética, transparência e prestação de contas são os fios condutores para o sucesso de qualquer organização. Estes valores configuram os princípios basilares para a consolidação e reafirmação das empresas num mercado cada vez mais competitivo, no qual, a cada segundo, nascem novos actores. Só uma cultura de transparência, fundada na clareza de processos, permite um crescimento robusto e sustentável. Ao adoptar estes princípios, as instituições fortalecem a sua reputação, conquistam a confiança dos stakeholders e contribuem para um ambiente de negócios mais justo e transparente, rumo ao desenvolvimento económico e comunitário. Enquanto a regulação estabelece as obrigações mínimas, a integridade orienta comportamentos e decisões. Instituições com cultura ética consolidada registam, em média, 30% menos casos de fraude interna e beneficiam de 25% de maior fidelização de clientes. Esses indicadores demonstram que valores corporativos fortes se traduzem em ganhos operacionais e reputacionais. Nesta linha orientadora está o Absa Bank Moçambique que, desde a sua génese, estabeleceu uma conduta ética exemplar que coloca o Banco entre as instituições mais respeitadas no sistema financeiro nacional e não só.advertisement Com uma vasta experiência no sector bancário, Iuri Khan, Director de Compliance do Absa Bank Moçambique, define os princípios éticos como a chave para guiar a acção humana e construir bases necessárias para inculcar valores morais e moldar o comportamento das pessoas na esfera social e profissional. Por isso, sublinha Iuri, o Absa guia-se por estes valores para gerar mudanças positivas na instituição. “O sucesso do Absa Bank é, naturalmente, fundado no facto de fazermos o negócio com ética, transparência e sempre com os olhos postos na prestação de contas. Aliás, somos defensores acérrimos da ideia de que todas as instituições devem fazer da transparência uma regra, a qual não se deve dissociar da forma de fazer negócio.” “A ética fortalece e consolida as empresas, é a razão central e o garante da existência de qualquer grupo empresarial. Hoje, figuramos entre as cinco instituições financeiras com importância sistémica na banca nacional, realidade suportada pela forma diligente e criteriosa como fazemos o negócio. Somos um parceiro estratégico na matriz empresarial nacional, com contributo assinalável para o crescimento da economia do País. O nosso contributo é espelhado em cada Colaborador, bem como na criação de condições para os grupos que precisam de protecção social assistida”, destaca Iuri Khan sobre a importância da integração da ética, transparência e prestação de contas na matriz do negócio bancário. “A ausência de ética na comunicação pode gerar consequências graves: perda de confiança, boicotes, danos reputacionais. Por isso, investir numa comunicação ética é investir na sustentabilidade do negócio.” Além de defender o respeito escrupuloso pelas leis vigentes na banca no País, o Absa Bank estabeleceu nos seus estatutos o sentido de rigor e respeito pelas normas instituídas, onde pontificam a honestidade, a integridade e a transparência. Para o Banco, estes princípios não são levados à mesa de negociações, pois norteiam a sua actuação em toda a cadeia. “Somos um grupo aberto, onde as nossas acções são sempre sujeitas ao escrutínio interno e/ou externo. Escolhemos adoptar este modelo de gestão porque nos guiamos pelos altos padrões de excelência e clareza na nossa forma de actuação. A prestação frequente de informação ao público, aos accionistas e aos stakeholders é uma regra primária”, diz o Director de Compliance, sobre o modelo de trabalho adoptado pelo Absa Bank no mercado. Relativamente à política de prestação de contas, o Absa Bank Moçambique entende que uma empresa que não abraça este princípio está longe de alcançar a eficiência e de se tornar um actor relevante no mercado. A prestação de contas e o tratamento justo, independentemente do nível que cada Colaborador ocupa na organização, é indispensável e demonstra que a empresa está comprometida com a transparência e a responsabilidade, construindo confiança e credibilidade para a marca, Clientes e economia. Iuri sublinha ainda que a comunicação, tanto interna quanto externa, deve ser sempre guiada por princípios éticos. “A ausência de ética na comunicação pode gerar consequências graves: perda de confiança, boicotes, danos reputacionais. Por isso, investir numa comunicação ética é investir na sustentabilidade do negócio.” No actual contexto bancário, integridade não é apenas uma exigência regulatória – é uma escolha estratégica. E quem a adopta com consistência posiciona-se não só como cumpridor da lei, mas como líder de confiança, credibilidade e crescimento competitivo no mercado.

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