Presidente da dona do Pingo Doce afasta cenário de escassez

Presidente da dona do Pingo Doce afasta cenário de escassez

“Trabalhamos essencialmente com fontes de suprimentos dos países onde estamos”, disse Pedro Soares dos Santos, quando questionado sobre o tema, na coletiva de imprensa dos resultados do grupo em 2025. O grupo Jerónimo Martins está presente em Portugal, na Polônia, Eslováquia e Colômbia. O negócio na Polônia é 90% “abastecido pela agricultura polonesa, em Portugal é mais de 80%”, em Portugal e Espanha (Península Ibérica), e na Colômbia é 95%, detalhou. A grande diferença do conflito do Irã para com a Ucrânia, é que esta última “era o celeiro da Europa e ainda é”. Agora, o “Oriente Médio é o celeiro dos fertilizantes e da indústria química”. “Acho que não vai ter grande impacto no abastecimento, a não ser a parte de fertilizantes”, considerou o presidente e diretor-presidente do grupo. O lucro líquido da Jerónimo Martins subiu 7,9% no ano passado, na comparação com 2024, para 646 milhões de euros. Em 2025, as vendas consolidadas subiram 7,6% (+6,7% a taxas de câmbio constantes), para 35.991 milhões de euros e o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) ascendeu a 2.480 milhões de euros, uma subida 11,1% face ao ano passado. Leia Também: Lei trabalhista? “Quando tiver proposta concreta poderei me pronunciar”

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