TAP: Air France-KLM reitera interesse em continuar na

“A Air France-KLM saúda o anúncio da Parpública e agradece ao Governo português pelo convite para participar da próxima fase do processo de privatização da TAP”, disse a empresa franco-neerlandesa. O Conselho de Ministros aprovou hoje uma resolução convidando a Air France-KLM e a Lufthansa a apresentarem propostas vinculativas para a compra da TAP. No mesmo comentário enviado à imprensa, a Air France-KLM lembra que, como foi sublinhado pelo CEO do grupo, Benjamin Smith, quando da apresentação da proposta não vinculativa, “a TAP se encaixa totalmente na estratégia multi-hub da Air France-KLM, e nosso objetivo é reforçar as operações em Lisboa, ao mesmo tempo em que desenvolvemos conectividade em outras cidades do país, incluindo o Porto”. Além disso, a empresa assegura que pretende fazer de Lisboa o seu único ‘hub’ – plataforma giratória de distribuição de voos – no Sul da Europa e “integrar a TAP seguindo a abordagem do grupo face à consolidação, que privilegia a cooperação dentro de um quadro claro. “Este modelo beneficiaria a TAP, os seus trabalhadores e Portugal no seu conjunto, nomeadamente através do aumento da conetividade”, acrescenta. Ao final da reunião, os ministro das Finanças e Infraestruturas e Habitação, Joaquim Miranda Sarmento e Miguel Pinto Luz, reforçaram que as propostas financeiras das duas interessadas são equivalentes, mas o “dever de confidencialidade impede qualquer referência a valores”. As áreas de alinhamento para a estratégia da TAP incluem tópicos como a conectividade com as regiões autônomas e com países da língua portuguesa, a expansão da operação no Porto, o crescimento dos serviços dos centros de manutenção e engenharia, investimento na frota, “plano ambicioso de crescimento para os próximos dez anos” e compromisso com a sustentabilidade, elencou Pinto Luz. e da British Airways, não ter avançado com uma proposta. Agora, nesta terceira fase do concurso, as duas empresas terão 90 dias para entregarem as propostas vinculantes, ou seja, até julho. O Governo quer alienar até 49,9% do capital da companhia, dos quais 44,9% a um investidor de referência e até 5% reservados a trabalhadores, num processo em que serão levados em conta o preço, o plano industrial, a conectividade e a capacidade financeira do comprador. milhões após endosso final da União Europeia



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