Trabalhadores das autarquias aderem à greve geral de junho

Trabalhadores das autarquias aderem à greve geral de junho

Em nota, o STAL destaca que subscreve “todas as razões da luta e os objetivos da greve geral” convocada pela central sindical CGTP, nomeadamente “derrotar o ‘pacote laboral’, o ‘ataque’ aos direitos e a afronta à Constituição”, garantir o aumento dos salários e das pensões e a melhoria dos serviços públicos”. O STAL acusa o “Governo PSD-CDS, apoiado pelo Chega e IL”, de tornar “muito pior” tudo o “que está mal na legislação laboral, que já é desfavorável aos trabalhadores”. “As mais de 100 alterações incluídas no ‘pacote laboral’ significam mais exploração e injustiças, a desvalorização dos salários, despedimentos sem justa causa, desregulação dos horários, destruição da contratação coletiva, limitação do direito à greve e à liberdade sindical”, acrescenta. O STAL salienta ainda que adere à greve para defender um suplemento de penosidade e insalubridade “mais abrangente e atualizado e a inclusão do fator risco” e pretende a aplicação destes suplementos a todos os trabalhadores do setor empresarial. Pretende ainda defender a regulamentação dos suplementos de disponibilidade e piquete, a identificação e regulamentação das profissões de desgaste rápido na administração local, setor empresarial e nas empresas concessionárias, além da reposição integral do direito à indenização devida por acidente de trabalho e/ou doença profissional. A CGTP entregou um pré-aviso de greve geral marcada para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo. Rosário Palma Ramalho, em coletiva de imprensa, uma semana depois de o governo ter dado por encerradas as negociações sobre as mudanças na legislação trabalhista sem acordo na Concertação Social. Não houve acordo, a vida segue”

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