“Quase 10% mais caro” desde 2024

"Quase 10% mais caro" desde 2024


Como já é habitual no período de verão, a DECO PROteste faz uma análise de um cabaz composto por 12 produtos alimentares que são mais utilizados durante esta época do ano. Esta semana, o cabaz alimentar de verão tem um custo de 51,28 euros, tendo o valor voltado a subir e tornando-se o “segundo mais alto desde o início de junho”. De acordo com a DECO PROteste, o preço do cabaz de verão está “quase 10% mais caro desde o ano passado”. Na análise feita, o produto que mais encareceu foi o tomate chucha. Entre o dia 30 de julho e o dia 6 de agosto, o produto teve um aumento de 0,36 euros (17,52%). e a no dia 30 o preço por quilograma era de 2,08 euros, na quarta-feira, dia 6 (de agosto), custava 2,45 euros. Segue-se na lista a cebola, que registou uma variação de preço de 13,12% e esta semana está com o valor de 1,60 euros (uma diferença de 0,19 euros). A fechar este top 3 está a batata vermelha, que há uma semana (30 de julho) custava 1,30 euros e agora custa 1,60 euros. Teve uma variação de 8,27%. Em suma, segundo os dados da DECO PROTeste, entre o dia 30 de julho e 6 de agosto existe uma diferença de 1,24 euros quando comparado o mesmo cabaz nos dois dias. Esta análise ‘extra’ dá ainda conta de que entre o dia 7 de agosto de 2024 e o dia 6 de de agosto de 2025 existe uma diferença de 4,48 euros. Note-se que esta análise engloba 12 produtos habitualmente utilizados durante o verão: febras de porco, frango inteiro, robalo, dourada, carapau, azeite virgem extra, salsichas Frankfurt, café torrado moído, alface frisada, tomate chucha, cebola e batata vermelha. Leia Também: Cabaz alimentar atinge “um dos preços mais elevados”. Confira os valores

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