Acionistas do BCP querem que Miguel Maya continue como CEO

“É intenção dos principais acionistas propor a continuidade do presidente do Conselho de Administração e do presidente da Comissão Executiva”, afirmou Nuno Amado, na conferência de imprensa de apresentação das contas de 2025 (lucros históricos de 1.018,6 milhões de euros em 2025), nas instalações do banco em Oeiras.
O mandato da administração do BCP terminou no final de 2025 e uma nova terá de ser eleita em assembleia-geral (para 2026-2029), tendo Nuno Amado dito que os principas acionistas (o grupo chinês Fosun e a petrolífera angolana Sonangol) o querem manter como ‘chairman’ e a Maya como presidente executivo. A lista dos nomes propostos já foi entregue aos supervisores bancários para avaliação.
O BCP tem como principais acionistas o grupo chinês Fosun, com 20,03%, e a petrolífera Sonangol, com 19,49%.
O banco tem uma grande dispersão de ações. Hoje, na bolsa de Lisboa, as ações do BCP subiram 1,13% para 0,92 euros.
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