Aeroporto de Hong Kong reabre 2.º terminal (com meta de 30

Aeroporto de Hong Kong reabre 2.º terminal (com meta de 30

O primeiro voo a partir da nova infraestrutura partiu às 08h05 (01h05 em Lisboa), com destino ao Aeroporto Internacional de Pudong, em Xangai, capital financeira da China, localizada no leste do país. Segundo o portal na internet da operadora, a Autoridade do Aeroporto de Hong Kong (AAHK, na sigla em inglês), o segundo terminal deve receber hoje 33 voos da companhia Hong Kong Airlines. A diretora executiva da AAHK, Vivian Cheung Kar-fay, disse à imprensa local que cerca de 4.200 passageiros devem usar o segundo terminal hoje, com mais seis companhias aéreas dedicadas a voos regionais começando operações na quinta-feira. O governo de Hong Kong previu que, durante o primeiro ano de operações, cerca de oito milhões de pessoas passarão pelo segundo terminal, que tem capacidade para 30 milhões de passageiros. A reabertura do segundo terminal faz parte da expansão do aeroporto, orçada em 141,5 bilhões de dólares de Hong Kong (15,3 bilhões de euros), e iniciada em 2016, que incluiu também a construção de uma terceira pista, inaugurada em 2024. Em 2025, 61 milhões de passageiros passaram pelo aeroporto. Vivian Cheung Kar-fay previu um aumento de 15% para 70 milhões este ano. Em fevereiro, o cônsul-geral de Portugal em Macau, Alexandre Leitão, disse na rede social Facebook que havia discutido “assuntos de interesse mútuo” em uma reunião com Vivian Cheung Kar-fay, e o chefe da AAHK pelo desenvolvimento de novas rotas. A AAHK disse à Lusa que tem buscado “estabelecer contatos com companhias aéreas e parceiros comerciais do setor global, incluindo autoridades governamentais e operadores aeroportuários” para cooperar “no desenvolvimento de rotas”. A operadora disse ainda que tem trabalhado com o governo local para “estabelecer novos acordos de serviços aéreos ou expandir os já existentes”. Hong Kong não tem atualmente nenhum acordo de serviços aéreos com Portugal, ao contrário da vizinha Espanha, que assinou um pacto em 2018. Em abril, o regulador da aviação civil de Macau admitiu que a região chinesa abandonou o plano, anunciado em 2020, para usar parte do atual terminal marítimo de passageiros da Taipa na expansão do aeroporto. O presidente da Autoridade de Aviação Civil, Pun Wa Kin, lembrou que, “após a conclusão das obras de expansão por aterro, a capacidade será aumentada para pelo menos 13 milhões de passageiros por ano”. Em 2025, o aeroporto do território registrou 7,52 milhões de passageiros, 1,6% a menos que no ano anterior e longe do recorde máximo de 9,61 milhões, fixado em 2019, antes do início da pandemia de covid-19. Leia também: Hong Kong com carnaval patriótico no aniversário do massacre de Tiananmen

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