BNA passa a exigir administradores independentes e canais de

O novo regime, divulgado no site do BNA, estabelece normas obrigatórias de governança aplicáveis às instituições financeiras bancárias e não bancárias, com o objetivo de reforçar a integridade, a gestão prudente e a supervisão interna. Entre as principais novidades, os bancos passam a ter de incluir diretores não executivos independentes nos conselhos de administração, medida destinada a aumentar a fiscalização das decisões e reduzir o risco de conflitos de interesses. As instituições também são obrigadas a criar canais formais de denúncia de irregularidades, acessíveis a trabalhadores e outras partes interessadas, bem como códigos de conduta e políticas internas de ética. O diploma também impõe a criação de comitês especializados, em especial de auditoria, risco e controle interno, que passam a ter papel central na supervisão da atividade financeira e na avaliação de riscos. O banco central também determina que as instituições financeiras devem adotar sistemas robustos de controle interno, com mecanismos de gerenciamento de risco, auditoria interna e fiscalização independentes. Segundo o BNA, o novo código visa alinhar o sistema financeiro angolano com as melhores práticas internacionais e reforçar a confiança de investidores e depositantes. Este regime se aplica a bancos, instituições de microcrédito, sociedades de pagamento e outras entidades supervisionadas pelo banco central angolano. Leia Também: CGD recebeu mil pedidos de moratórias no valor de quase 100 milhões



Publicar comentário