Um em cada 3 jovens que recorreram à garantia pública foi na

Até agora, soma R$ 1,5 bilhão o valor do crédito imobiliário concedido pelo banco com garantia pública, referente a um total de 7,5 mil operações contratadas. Nesse segmento, a participação da CGD é de 28,9% do total. Segundo Paulo Macedo, a CGD atribuiu em 2025 crédito para a compra da primeira casa a 7.395 famílias jovens com garantia pública, “que de outra maneira não teriam acesso a uma casa”, por não disporem de uma quantia para dar de “entrada”. Contudo, o número de famílias jovens que contraiu crédito na CGD, durante o ano passado, sem garantia pública, ascendeu a 10.076 o que, em sua opinião, permite concluir que “não é a garantia pública que faz aumentar o preço das casas” em Portugal. Ele acrescentou que as taxas de esforço das famílias jovens “são mais altas quando há garantia pública”, mas a diferença não é muito significativa em relação aos domicílios que não usam a garantia. O presidente executivo da CGD disse ainda que a garantia pública “não vai resolver a assimetria na oferta de habitação”, mas que terá de ser o Governo a decidir se prolongará para lá do final de 2026. Na garantia pública no crédito à habitação para jovens, cada banco tem uma quota que pode utilizar para atribuir empréstimos parcialmente garantidos pelo Estado, sendo a quota inicial atribuída à CGD de 258 milhões de euros. Em janeiro, o Governo anunciou que aprovou um reforço da garantia pública em 250 milhões de euros para a CGD. A garantia pública para o crédito imobiliário para jovens de até 35 anos (inclusive) vale para contratos assinados até o fim de 2026 e permite que o Estado garanta, como fiador, até 15% do valor da transação. Leia Também: CGD recebeu mil pedidos de moratórias no valor de quase 100 milhões



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