Bruxelas pode intervir nas exportações de combustível de jato se

“Até este momento, o controle das exportações (pelos Estados-membros de ‘jet fuel’ (combustível para aviões)) não foi discutido, no entanto, estamos avaliando a situação, estamos monitorando a situação no Oriente Médio a cada hora e, se necessário, interviremos”, disse, em entrevista coletiva, ao final da reunião, em Bruxelas. O ministro ainda ressaltou que, por enquanto, não há indícios de cancelamento de voos por falta de combustíveis, mas sim por conta dos preços dos mesmos. A questão dos preços dos combustíveis dominou hoje a agenda da reunião informal, com, por sua vez, o ministro cipriota dos Transportes, Alexis Vafeades, dizendo que “embora a escassez imediata de combustível continue a ser limitada, o aumento dos custos do combustível está afetando todos os modos de transporte, com impactos particularmente fortes na aviação e no transporte rodoviário”. Na reunião, os responsáveis dos Estados-membros concordaram com a necessidade de haver “medidas específicas e temporárias, incluindo possíveis auxílios estatais, benefícios fiscais ou flexibilidade regulatória, desde que estas sejam proporcionadas e coordenadas a nível da UE”, acrescentou o ministro. No que diz respeito ao setor de aviação, destacado como “particularmente vulnerável, tendo em vista o aumento dos custos de combustível para aviões”, Vafeades ressaltou que “vários ministros apelaram por flexibilidade e apoio específicos”. O ministro também mencionou que pelo estreito de Ormuz, novamente fechado pelo Irã no sábado, passam “cerca de 7% das importações europeias de petróleo bruto, 40% de produtos de petróleo e 9% de gás natural liquefeito (LNG). Leia Também: Bruxelas lança “caixa de ferramentas” para energia: Menos carros e aviões



Publicar comentário