Secretário executivo da UGT votará contra revisão da lei

UGT avança (com a CGTP) para a greve geral de dia 11 de

Carlos Alves falava em painel na 3ª Conferência Anual do Trabalho, organizada pelo Eco, onde foi questionado sobre o voto da UGT na quinta-feira, tendo revelado que sua posição pessoal é contra. “Não sei se minha posição será a majoritária no secretariado nacional da UGT”, ressaltou, ressaltando que “não é uma posição político-partidária” e que há mais do que uma tendência sindical dentro da central. O oficial considerou que se “criou um mito sobre rigidez da legislação trabalhista”, tendo em vista que o indicador da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) que é utilizado “é profundamente defasado”. Carlos Alves admitiu que houve progresso durante a discussão, mas ressaltou que, “na maioria dos casos, não houve progresso nas questões mais importantes”. Armindo Monteiro, presidente da Confederação Empresarial de Portugal, também presente neste painel, lamentou essas declarações, apontando que “essas posições são de quem está preso ao que era, não ao que é e vai ser”. “É uma pena, perdemos essa oportunidade”, lamentou o presidente da CIP. Leia Também: Lei trabalhista: Governo confira que UGT “saberá honrar tradição de diálogo”

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