Cabaz alimentar atinge máximo: Quais os alimentos que mais

O cabaz essencial de 63 produtos, monitorado pela DECO PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 254,32 euros, mais 0,19 euros em relação à semana anterior, segundo dados divulgados na quinta-feira. Quais produtos aumentaram mais? “Na última semana, entre 11 e 18 de março, os produtos cujo preço mais aumentou percentualmente foram os cereais de fibra (mais 28%), o pão de forma sem côdea (mais 13%) e os cereais integrais (mais 11 por cento)”, pode ler-se no site da organização de defesa do consumidor. Por outro lado, “se compararmos os preços desta semana com os da primeira semana do ano, em 7 de janeiro de 2026, a maior alta percentual de preço foi verificada, além da abobrinha, da dourada e do peixe-espada-preto, em produtos como couve-coração (mais 21%), espaguete (mais 19%) e arroz carolino (mais 18 por cento)”. “Já desde 5 de janeiro de 2022, quando a DECO PROteste iniciou a monitorização do preço deste cabaz, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozinhar (mais 129%), dos ovos (mais 84%) e da couve-coração (mais 79 por cento)”, adianta ainda a organização. Cesta básica atingiu novo máximo Já a cesta básica custa esta semana 254,32 euros, “o que representa um aumento ligeiro de 0,19 euros em relação à semana anterior, atingindo o valor mais alto desde que a organização de defesa do consumidor iniciou esta análise, em 2022”, indicou, em comunicado. O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela Deco PROteste, atingiu esta semana um novo máximo de 254,32 euros, mais 0,19 euros em relação à semana anterior, foi anunciado hoje. Lusa | 14:42 – 19/03/2026 Desde o início do ano, comprar essa cesta básica passou a custar R$ 12,49 a mais. Já há um ano, a mesma compra custava R$ 17,37 a menos, enquanto no início de 2022 era possível gastar R$ 66,62 a menos. A cesta de alimentos inclui carnes, congelados, frutas e vegetais, laticínios, mantimentos e peixes. Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, espaguete, açúcar, presunto, leite, queijo e manteiga. BCE admite impacto da guerra na inflação A guerra “terá um impacto significativo na inflação no curto prazo por meio de preços mais altos dos produtos energéticos”, mas suas implicações no médio prazo “dependerão tanto da intensidade quanto da duração do conflito e de como os preços dos produtos energéticos afetarão os preços ao consumidor e a economia”, diz o comunicado divulgado na quinta-feira pelo BCE. Apesar desse contexto, o Conselho do BCE garantiu estar “acompanhando de perto a situação e sua abordagem dependente de dados o ajudará a definir a política monetária apropriada”. O Banco Central Europeu manteve as taxas de juros, nesta quinta-feira, mas alertou que a guerra no Irã pode ter um impacto significativo na inflação e traz incerteza para as previsões econômicas. Beatriz Vasconcelos | 13:15 – 19/03/2026 Leia Também: BCE mantém juros. Guerra terá “impacto significativo na inflação”



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