CGD recebeu mil pedidos de moratórias no valor de quase 100

Além das moratórias, Paulo Macedo disse que o banco também recebeu diversos pedidos de aumento de ‘plafonds’ de cartões de crédito por parte de clientes, assim como pedidos para reforço das contas correntes destinadas a aliviar a tesouraria das empresas. O presidente executivo da CGD afirmou que, após os pagamentos das seguradoras e dos apoios do Estado, o banco público lançará “um conjunto importante de linhas de crédito de médio e longo prazo para serem utilizadas”. Da parte do Estado, defendeu mais medidas “a fundo perdido”, ainda que ressalvando que a decisão implicará uma escolha em termos de uso do dinheiro público. O gestor admitiu ainda que o prazo de vigência das moratórias, fixado pelo Governo em três meses, pode ter de ser prorrogado. Paulo Macedo considerou que Portugal deve ter “fundos catastróficos” para lidar com os efeitos das mudanças climáticas, já que apenas cerca de metade das casas afetadas pelo mau tempo na região Centro tinha seguro multirriscos. No final de janeiro, a CGD aprovou medidas “extraordinárias e de implementação imediata” no valor de 300 milhões de euros para apoiar famílias e empresas afetadas pela depressão Kristin. A CGD desenhou várias medidas, abrangendo diferentes tipos de crédito, com ‘spread’ 0% e isenção de comissões no crédito à habitação para obras e reabilitação. Leia Também: Adesão às moratórias não leva a reclassificação do risco do crédito



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