Compra esses produtos? São os campeões das altas de preços

Compra esses produtos? São os campeões das altas de preços

O cabaz essencial de 63 produtos, monitorizado pela DECO Proteste, atingiu esta semana um novo máximo, ultrapassando os 260 euros, após uma nova subida de 1,37 euros. Só na última semana, o café torrado moído viu seu preço aumentar 73 centavos. Mas tem mais: “Na última semana, entre 15 e 22 de abril, os produtos cujo preço mais aumentou percentualmente foram, além do café torrado moído, flocos de cereais (mais 19%), douradinhos de peixe (mais 13%) e ervilhas ultracongeladas (mais 13 por cento)”. Café se destaca (e não é pelos melhores motivos) A DECO PROteste explica que o café torrado moído está entre os produtos cujo preço mais subiu: “Em apenas uma semana, uma embalagem de 250 gramas aumentou 73 centavos (mais 16%), para 5,28 euros, um dos valores mais altos desde que a DECO PROteste monitora o preço desse produto”. Por outro lado, se compararmos os preços atuais com os da primeira semana do ano, em 7 de janeiro de 2026, “a maior alta percentual de preço foi vista em produtos como tomate (mais 57%), couve-coração (mais 38%) e peixe-espada-preto (mais 34 por cento)”. “Já desde 5 de janeiro de 2022, quando a DECO PROteste iniciou o monitoramento do preço dessa cesta, os maiores aumentos percentuais foram os da carne bovina para cozinhar (mais 122%), da couve-coração (mais 104%) e dos ovos (mais 84 por cento)”, explica a organização de defesa do consumidor. Cesta básica voltou a encarecer – pela 7ª semana Esta foi a sétima semana consecutiva em que o preço da cesta essencial aumentou, tendo chegado ao maior valor desde o início do monitoramento, em 2022. A cesta essencial de 63 produtos, monitorada pela Deco Proteste, atingiu esta semana um novo máximo, ultrapassando os 260 euros, após nova alta de 1,37 euros, divulgou hoje a organização. Lusa | 16:02 – 22/04/2026 A cesta de alimentos inclui carnes, congelados, frutas e verduras, laticínios, mantimentos e peixes. Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, espaguete, açúcar, presunto, leite, queijo e manteiga. Segundo a DECO PROteste, a cesta é hoje R$ 19,06 mais cara que desde o início do ano (alta de 7,88%) e R$ 22,16 que há um ano. Em relação ao início de 2022, a cesta está hoje R$ 73,19 mais cara, tendo subido quase 39%. “Se o conflito no Oriente Médio continuar, é possível que os preços dos alimentos possam subir ainda mais nos próximos meses. Essa guerra já causou aumentos nos preços dos combustíveis e da energia, e os impactos já foram sentidos nas cadeias de suprimentos, assim como aconteceu com a crise energética causada pelo início da guerra na Ucrânia”, alerta ainda a organização. E acrescenta: “Ao impacto das altas de preços nos combustíveis somam-se ainda os prejuízos causados ​​pelas tempestades de janeiro e fevereiro no País, cujos efeitos podem ainda não estar integralmente refletidos nos preços ao consumidor, assim como uma alta nos preços dos fertilizantes usados ​​na agricultura”. Leia Também: Cesta básica ultrapassa 260 euros e atinge novo máximo

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