Economia: Governo pode ajustar medidas com impacto da guerra

“As empresas, e os portugueses em geral, estão com essa dificuldade que vem da guerra no Golfo e que está afetando muitas pessoas”, disse Manuel Castro Almeida, na apresentação do Conselho Estratégico do Banco Português de Fomento, em Oeiras, Lisboa. O ministro ressaltou que esses impactos não afetam todas as empresas igualmente, e, por exemplo as “empresas de transporte estão vivendo um período muito difícil e quem precisa abastecer combustível nas bombas” também vive uma situação “muito complicada”. O governante também destacou o aumento do salário médio líquido dos portugueses, mas admitiu que, neste momento, “a cesta de compras está com um preço muito alto” e, neste momento, há perspectivas de crescimento da inflação por causa do aumento do custo do petróleo. Assim, Castro Almeida disse esperar que esse período “não demore muito, que não se torne uma dificuldade estrutural da nossa economia e que possa ser superado com as medidas que o Governo já tomou”. Já se essas dificuldades persistirem, o “Governo terá evidentemente que ir ajustando suas medidas e suas políticas ao resultado concreto, porque o Governo tem que estar protegendo a economia e protegendo as pessoas”, defendeu. Leia Também: Vodafone prevê que no serviço fixo reposição temporária continue até abril



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