Empresas ferroviárias querem resposta a pedido de suspensão

Empresas ferroviárias querem resposta a pedido de suspensão

Em comunicado, a associação explicou que as tempestades que afetaram o país nas últimas semanas tiveram “reflexos preocupantes no setor” ferroviário. “Os operadores ferroviários estiveram praticamente parados na sua operação, uma vez que dependem da disponibilidade da rede ferroviária, detida e operada pelo Estado português, e que esteve inoperável em eixos fundamentais para a atividade das empresas”, lê-se na informação disponibilizada hoje. Nesse sentido, para a APEF, as operadoras apresentam perdas consideráveis ​​que não são recuperáveis ​​e mantêm um conjunto de custos fixos, para os quais a associação quer uma resposta do Governo. “A APEF ressalta a necessidade de uma intervenção urgente e solicitou ao Estado a suspensão da taxa de uso das infraestruturas por um período de seis meses, medida que permitiria enfrentar os prejuízos decorrentes dessa situação, mas que ainda aguarda resposta”, disse a entidade. Além de expressar solidariedade aos que sofreram com as intempéries, a associação ressaltou estar disponível para apoiar as entidades oficiais para ações suplementares de auditoria e inspeção. Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que também causaram muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e estruturas, o fechamento de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e enchentes são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas. A situação de calamidade que abrangia os 68 municípios mais afetados terminou em 15 de fevereiro. Leia Também: Santuário de Fátima lança em outubro Certificado do Peregrino

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