Afinal, Que Benefícios Tem um Produto Mínimo Viável? •

Afinal, Que Benefícios Tem um Produto Mínimo Viável? •

advertisemen tO conceito de Produto Mínimo Viável (MVP) surgiu da metodologia Lean Startup, que visa ajudar startups a economizar recursos e iniciar suas atividades rapidamente. De acordo com essa metodologia, um MVP possui quatro características principais: Acessível para produzir e replicar; Sintetiza a ideia principal e a torna óbvia para usuários em potencial; Resolve um problema ou agrega valor à vida do usuário; Adaptável, permitindo espaço para desenvolvimentos futuros. Tanto empresas emergentes quanto organizações estabelecidas usam MVP para atingir três objetivos principais. Economizando tempo e dinheiro Criar um MVP ajuda a minimizar os custos iniciais de design e desenvolvimento do produto, incluindo tempo, energia e orçamento. “Os MVPs economizam dinheiro, reduzem o risco financeiro e geram valor que pode ser reinvestido na empresa na forma de dados”, explica Tom Lowry, diretor de defesa da Figma, uma plataforma de design colaborativa baseada em nuvem. As startups têm mais a perder com seus MVPs do que as empresas consolidadas. “Empresas grandes, com reconhecimento de marca e capital abundante, não irão à falência se um novo produto for lançado no mercado e tiver um desempenho ruim”, observa Tom. “Mas as startups precisam alinhar o desenvolvimento de seus produtos com sua política de redução de riscos. É preciso ser muito seletivo na gestão dos recursos de engenharia.” Obtendo feedback de usuários do mundo real Por definição, um MVP não deve ser perfeito — o objetivo dessa prova de conceito é obter feedback o mais rápido possível. “Quando seu conceito se torna mais do que um protótipo, você está realmente tentando construir o produto para obter validação no mundo real por parte dos usuários — sem investir demais antes de provar que sua direção é valiosa”, diz Tom. Portanto, em vez de aperfeiçoar um MVP para que seja um sucesso imediato no mercado, Tom recomenda que ele seja projetado para coletar informações valiosas de usuários reais para melhorias futuras. “Se você está criando um MVP, precisa ter métricas e dados internos para rastrear”, diz ele. “As pessoas estão usando o recurso? Quantas vezes eles o usam? Como eles descobriram?” Impulsionando a inovação Com os MVPs, as equipes usam o aprendizado contínuo no desenvolvimento e gerenciamento de produtos para encontrar soluções exclusivas, criativas e inovadoras. “Em vez de buscar a perfeição, os designers são incentivados a buscar inovação com os MVPs. Com muito menos a perder, eles têm espaço para arregaçar as mangas e deixar a criatividade fluir”, explica ela. Projetar um MVP não é um exercício criativo sem limites, pois existem restrições reais de recursos e prazos de lançamento a serem considerados. No entanto, de acordo com Tom, essas restrições podem ajudar a orientar os esforços das equipes de design e desenvolvimento. “Quando você precisa deixar de lado funcionalidades supérfluas, isso gera criatividade”, diz ele. “É preciso ser intencional na forma como se usa o tempo, voltando aos objetivos principais. Se o investimento de tempo não estiver contribuindo para esses objetivos, você pode optar por investir esse tempo mais tarde.”

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