Há municípios que ainda não avaliaram qualquer habitação,

"Nível de vida em Portugal avançou no sentido da média

“Há uma grande disparidade no comportamento dos municípios neste processo. E o apelo que eu posso fazer é que os municípios mais lentos se aproximem do ritmo dos municípios mais rápidos, alguns dos quais já terminaram o processo”, disse, no parlamento, o ministro Manuel Castro Almeida, referindo-se aos processos de indemnizações às pessoas da região de Leiria e da região de Lisboa que ficaram com casas destruídas. Segundo Castro Almeida, há 13 municípios que já concluíram todos os processos de verificação e vistoria das casas destruídas durante as tempestades deste ano, tendo “o processo totalmente concluído: as casas foram ou pagas ou foram indeferidas”. Outros 10 municípios superaram a avaliação de 90% dos pedidos de apoio. “Há casos notáveis ​​de municípios que estão fazendo milhares de processos já resolvidos. Também tenho de dizer que há outros municípios que estão muitíssimo mais lentos e alguns ainda não avaliaram nenhuma casa”, acrescentou. Em relação a reclamações de demora no pagamento de processos pelas seguradoras, Castro Almeida afirmou que conta “ter uma conversa com as seguradoras” para apelar que façam “adiantamentos por conta dos valores que vierem a ser apurados”. Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal entre o final de janeiro e o início de março após a passagem, entre janeiro e fevereiro, das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que também deixaram várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais da metade das mortes foram registradas em trabalhos de recuperação. Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas. Leia Também: Aeroportos europeus sem distúrbios nas fronteiras. Portugal é exceção

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