Horta Osório diz que crescimento devia “ser um objetivo

“Não há nenhuma razão para nós não termos, na minha opinião, um objetivo global como sociedade, como país, de aumentar decisivamente o crescimento económico para melhorar a qualidade de vida e o salário dos portugueses”, afirmou Horta Osório. “Isso deveria ser um objetivo suprapartidário, intergeracional e deveria ter números e ‘deadlines’ (prazos)”, acrescentou. O banqueiro, que falava 5.ª edição da Transatlantic Business Summit da AmCham, em Lisboa, elogiou Portugal por ter atingido e mantido um excedente orçamental através da “descida dos gastos públicos e não da subida dos impostos”. O antigo gestor do banco britânico Lloyds referiu que Portugal “passou pela primeira vez em 50 anos de democracia a ter ‘superavit’ das contas, que se mantém”, acrescentando que o país o fez “através da descida dos gastos públicos e não da subida dos impostos”. Com isto, e segundo o banqueiro, Portugal está a pagar menor taxa de juro a 10 anos que outros países, como França e Espanha. Horta Osório mencionou também, que após a pandemia de covid-19, “Portugal, em termos de despesa pública, já está ao nível dos Estados Unidos”. “Portugal baixou a dívida total do país em 37 pontos percentuais (pp) desde 2007”, que aumentou a seguir à crise financeira, para 355% do PIB, descendo depois para 226, 130% a baixo do pico da crise. Leia Também: Penela abre piscina municipal a quem não tenha “água ou eletricidade”



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