Já há luz verde: Circulação na A1 será reaberta esta

Após a derrocada e a conclusão das obras, a circulação na Autoestrada 1 (A1) será reaberta integralmente ainda nesta sexta-feira, segundo a RTP Notícias. O Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e o Detran já deram autorização para a reabertura após a conclusão das obras no fim da quinta-feira. As obras na A1, na sequência do desabamento causado pelo mau tempo, foi concluída na quinta-feira, revelou António Pires de Lima, presidente da Comissão Executiva do Grupo Brisa, no Parlamento, na quarta-feira. “Senhores deputados, estou em condições de confirmar o que só a Brisa pode assegurar: daremos a obra como finalizada amanhã, quinta-feira, 26 de fevereiro”, disse Pires de Lima, no Parlamento. Ouvido esta semana na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação, após ser convocado com urgência para esclarecimentos sobre o que aconteceu no quilômetro 191 da A1, desde as 17h36 do dia 11 de fevereiro, Pires de Lima disse que logo foram tomadas as providências para o “fechamento preventivo” naquele subtrecho. As perdas para a Brisa com esta situação “são superiores a três milhões de euros”, referiu e, sendo certo que “a culpa não é” da empresa, o responsável adiantou: “não iremos tomar a iniciativa de pedir compensação ao Estado pela derrocada na A1. Não queremos, nesta hora de calamidade e atendendo à materialidade, penalizar os contribuintes portugueses. O prazo inicial estimado para a recuperação total das vias e da circulação era de cinco a seis semanas, explicou ainda o responsável. A obra na A1, no seguimento da derrocada causada pelo mau tempo, será concluída nesta quinta-feira, revelou António Pires de Lima, presidente da Comissão Executiva do Grupo Brisa, no Parlamento. toneladas de material pétreo foram depositadas para impedir a erosão do aterro e proteger a área afetada, precisou ainda o responsável. Em 11 de fevereiro, o rebentamento do dique de Casais, na margem direita do rio Mondego, em Coimbra, junto à Autoestrada A1, levou à erosão do encontro norte com o Viaduto C e subsequente abatimento da plataforma da A1 ao quilómetro 191. Brisa não vai pedir compensação ao Estado A Brisa não vai pedir compensação ao Estado português pela derrocada na Autoestrada A1, na zona de Coimbra, avançou ainda o presidente do organismo no Parlamento: “Não iremos tomar a iniciativa de pedir compensação ao Estado pela derrocada na A1. Não queremos, nesta hora de calamidade e atendendo à materialidade, penalizar os contribuintes portugueses”, disse António Pires de Lima. De acordo com Pires de Lima, a Brisa foi contactada, na altura, pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil para proceder ao corte da A1, entre Coimbra Sul e Coimbra Norte, em ambos os sentidos, tendo em conta que o dique do Mondego tinha sofrido uma rutura no “exato ponto” da infraestrutura. “De imediato, espoletámos todas ações necessárias para promover o encerramento preventivo da A1, neste subtrecho, em articulação com a GNR, executado prontamente, da forma mais segura possível. Às 18:36, o tráfego estava totalmente limpo no sublanço Coimbra Norte-Coimbra Sul”, afirmou. Segundo o responsável, na segunda-feira, doze dias depois do evento, foi possível “repor em segurança a circulação condicionada do tráfego no sentido Sul-Norte”. (Notícia atualizada às 17h02) Leia Também: Derrocada na A5: Brisa quer encontrar solução técnica na próxima semana



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