Lucro da Vista Alegre sobe quase 30% no 1.º trimestre para

Lucro da Vista Alegre cai 33,8% até setembro para 2,5

Em comunicado, o grupo diz que, nos três primeiros meses do ano, o faturamento do Grupo Vista Alegre foi de 34,5 milhões de euros, registrando uma queda anual de 4,9%. “Essa redução é explicada principalmente por efeitos temporais associados ao diferimento de alguns projetos B2B de grés e cristal para trimestres seguintes”, explica Vista Alegre, ressaltando que, “excluindo esses efeitos pontuais, a demanda se manteve resiliente, com destaque para o crescimento das vendas de marca própria e varejo, que continuaram a ganhar relevância no mix de negócios”, em comunicado enviado ao mercado. Por segmentos, Faiança apresentou desempenho positivo, “com vendas de 4,9 milhões de euros, correspondendo a um crescimento de 11,2%”, e Porcelana e Complementares “atingiram 10,7 milhões de euros, ligeiramente abaixo do mesmo período do ano passado (-1,0%)” e “Cristal e Vidro e Grés tiveram redução de 23,1% e 7,6%, respectivamente”. A Vista Alegre acrescenta ainda que, “apesar da redução do faturamento, o grupo registrou uma evolução positiva dos principais indicadores de rentabilidade, refletindo a melhoria da eficiência operacional alcançada ao longo dos últimos trimestres”. Para o desempenho, contribuíram diversos investimentos feitos visando a otimização do consumo de gás natural e eletricidade nas diferentes unidades industriais, “reforçando a competitividade e a resiliência operacional do grupo”, lê-se no comunicado divulgado no domingo. No final de março, o grupo Vista Alegre registrou um resultado antes de impostos, juros, depreciação e amortização (EBITDA) “de cerca de 7 milhões de euros, representando um crescimento de 5,4% em relação aos 6,6 milhões de euros registrados no mesmo período de 2025”. A margem EBITDA evoluiu 20,2%, “confirmando a capacidade do Grupo de melhorar a rentabilidade mesmo em um contexto de menor atividade”. No comunicado, a Vista Alegre ressalta que os resultados “assumem particular relevância tendo em vista o impacto adverso causado pelo aumento do custo do gás natural durante o mês de março, decorrente do agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio e do conflito envolvendo o Irã, que pressionou significativamente os custos energéticos”. O resultado operacional atingiu 3,3 milhões de euros, “correspondendo a um aumento de 5,6% em relação ao primeiro trimestre de 2025”. Em outro comunicado, divulgado na segunda-feira, o grupo diz que a “expansão internacional da Vista Alegre foi ainda mais reforçada pelas vendas recordes da Bordallo Pinheiro em março, com a entrada em marcas de referência como Harrods, KaDeWe e a inauguração de uma nova loja Flagship em São Paulo”. Em 31 de março, “a dívida líquida consolidada reduz R$ 4 milhões, em relação a dezembro de 2025”, para R$ 62,5 milhões. Ao final do primeiro trimestre, a serviço do Grupo Vista Alegre “o total de funcionários foi de 2.102 (primeiro trimestre de 2025: 2.355) e o número médio foi de 2.150 (primeiro trimestre de 2025: 2.369)”. Leia Também: Greve Geral: STCP admite impacto no atendimento em todas as linhas

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