Lucro dos 5 principais bancos cresce 4,9% até março para

Lucro dos 5 principais bancos cresce 4,9% até março para

Segundo contas da Lusa, as cinco maiores instituições financeiras, que representam mais de 80% do sistema bancário, registraram lucros totais de 1.278,9 milhões de euros, o que compara com resultados de 1.218,6 milhões do mesmo período do ano passado. Os resultados dizem respeito à Caixa Geral de Depósitos (CGD), Millennium BCP, Santander Totta, Novo Banco e BPI. Dos cinco, três registraram melhora nos lucros (CGD, BCP e Novo Banco) e dois recuo (Santander e BPI). O banco público foi o grupo que apresentou os maiores lucros. A CGD – que este ano celebra 150 anos – divulgou hoje lucros de 397 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 1% do que nos primeiros três meses de 2025, comparando com 393 milhões de euros no mesmo período do ano passado. O BCP apresentou na quarta-feira lucros de 305,8 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 25,6% do que nos primeiros três meses de 2025. O banco liderado por Miguel Maya é a instituição com a subida percentual mais elevada. O Novo Banco registrou lucros de 200,7 milhões de euros, 13,2% a mais que nos meses de janeiro a março do ano passado. Já o Santander Totta anunciou lucros de 242,4 milhões de euros, uma queda de 9,8%, e o BPI teve lucros de 133,3 milhões de euros até março, menos 2,4% em termos anuais. Em relação à margem financeira, que diz respeito à diferença entre os juros cobrados em empréstimos e os juros pagos em depósitos, o valor agregado das cinco instituições caiu 1,0%, recuando R$ 21,61 milhões. A margem passou de R$ 2.213,16 milhões nos três primeiros meses de 2025 para R$ 2.191,55 milhões no primeiro trimestre deste ano. A margem da CGD passou para 616,45 milhões, recuando 3,1%. A margem do Santander recuou para 341,8 milhões, caindo 3,5%. A margem do BPI caiu 1,8%, decrescendo para 218,7 milhões de euros. O Novo Banco registrou queda de 1,0% na margem, para 276,2 milhões de euros. Dos cinco bancos, apenas um — o BCP — obteve melhora na margem financeira, que subiu 2,4%, para 738,4 milhões de euros. Leia Também: Miguel Maya reconduzido como presidente executivo do BCP

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