Margem orçamental para 2026 deve ser “consumida” pela

"Bom desempenho da receita fiscal não foi utilizado para

José Maria Brandão de Brito destacou os resultados positivos de 2025 que permitem “olhar para o futuro com confiança”, assumindo que o saldo orçamentário do ano passado pode ficar acima do superávit de 0,3% previsto no Orçamento do Estado, “dada a sólida evolução da receita”. O secretário de Estado detalhou que essa evolução “resulta de uma maior dinâmica da economia e do consumo, e não de qualquer aumento de impostos”. Existe assim um “efeito de arrastamento positivo para 2026 que aumenta a margem”, salientou, ainda que ressalvando que a “margem tenderá a ser consumida pela exigência orçamental associada ao apoio as vítimas das tempestades”. “Hoje podemos contar com uma margem que permite enfrentar situações adversas e extraordinárias”, tanto na dimensão do nível direto das famílias e empresas, quanto no processo de reconstrução, ressaltou, ressaltando que é “imprescindível que o esforço de ajuda ocorra em um quadro de sustentabilidade fiscal”, não desviando do caminho que tem sido seguido. Dezoito pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que também causaram muitas centenas de feridos e desalojados. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e estruturas, o fechamento de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e enchentes são as principais consequências materiais do temporal. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas. Leia Também: Certificados de Aforro: Aforristas já subscreveram 200 milhões na APP CTT

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