Meo “pronta para continuar a investir, inovar, liderar e

“No ano passado, a Meo alcançou receitas de 2.811 milhões de euros, um crescimento de 1,3% em relação ao ano anterior, impulsionado principalmente pelo dinamismo do segmento de Consumo — que cresceu 5,0%, apoiado no forte desempenho da Meo Energia — e pelo aumento de 3,5% das receitas do segmento de Serviços Empresariais”, afirma a executiva, no comunicado dos resultados. Os dados de 2025 “demonstram que a Meo está executando, com rigor e consistência, a estratégia que definimos para transformar a empresa em uma plataforma de serviços digitais, preparada para competir em um setor em rápida mudança e se assumir como uma techCo (technology company) de referência”, continua a CEO. O investimento somou 403 milhões de euros, “reforçando o compromisso contínuo da Meo com a expansão e modernização das suas redes e infraestruturas, essenciais para sustentar a qualidade de serviço e a evolução tecnológica do país”, adianta, referindo que no ano passado a Meo acelerou a transformação e consolidou a estratégia de diversificação, “com destaque para o forte crescimento da Meo Energia, que duplicou receitas e aumentou a base de clientes de 145 mil para 223 mil, com 78 mil novas adesões líquidas”. “Alcançamos uma participação de 4,0% do mercado energético português, em número de clientes, com a Meo Energia sendo o fornecedor com maior crescimento anual no mercado”, destaca Ana Figueiredo, ressaltando que esses resultados “ganham ainda mais significado à luz da passagem da depressão Kristin, que deixou um rastro de destruição sem precedentes, atingindo infraestruturas críticas em todo o país e colocando as telecomunicações no centro da resposta nacional”. A empresa “enfrentou danos de grande magnitude, com milhares de quilômetros de fibra, postes e torres afetados, e mesmo assim garantiu a reposição rápida dos serviços essenciais, graças ao trabalho incansável de centenas de profissionais em campo”, enfatiza a CEO. Além disso, no ano passado, a Meo anunciou a “expansão do centro de redes (carrier house) de Linda-a-Velha, fortalecendo a capacidade de acolher tráfego internacional e aumentar a resiliência das ligações transatlânticas”. Ao mesmo tempo, “avançámos com a criação de uma nova ‘landing station’ na região do Porto, um investimento estratégico que permitirá diversificar pontos de entrada no país, melhorar a redundância da infraestrutura nacional e atrair novos cabos submarinos para o território português”. A trajetória da Meo nacional se encaixa em um contexto europeu onde o setor “já representa 4,7% do PIB” da Europa, “mas enfrenta queda de investimento, regressão de rentabilidade e uma fragmentação que impede a escala necessária para modernizar redes e sustentar a próxima onda de inovação”. Ana Figueiredo adverte, mais uma vez, que “sem uma reforma profunda — no Digital Networks Act (DNA – Lei das Redes Digitais) e na política de concorrência — a Europa continuará a perder terreno face aos EUA e Ásia”. A Meo “está pronta para continuar a investir, inovar, liderar e servir o país, num contexto que promova condições favoráveis ao investimento” e “para ser mais do que um operador e afirmar-se como uma plataforma de tecnologia, serviços digitais e dados, capaz de construir soluções que elevam o potencial das pessoas, das empresas e das instituições públicas”, sublinha a CEO. Aliás, “2026 será um ano de execução e aceleração, em que os resultados de 2025 são a rampa de lançamento para o que queremos construir: uma Meo mais ágil, mais digital, mais inteligente e mais preparada para o futuro”, finaliza. Leia Também: Novo benefício social avança e Governo dá detalhes: Quando? Para quem?



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