Preço eficiente do gasóleo já supera os 2€ (e gasolina

Contas feitas, quanto disparou o preço do gasóleo? E o da

De acordo com o relatório semanal de supervisão dos preços de venda ao público divulgado hoje pelo regulador, de 16 a 22 de março o preço eficiente fixa-se em 2,044 euros por litro no diesel simples e em 1,929 euros na gasolina simples 95. Os preços eficientes resultam da média das cotações internacionais da semana anterior, acrescida de custos logísticos, margens de varejo e impostos, sendo usados ​​pelo regulador para avaliar se os preços praticados no mercado refletem a evolução dos custos. Antes dos impostos, o preço eficiente está em 0,938 euros por litro para a gasolina comum 95 e em 1,177 euros para o diesel comum. Na comparação com a semana anterior, registrou atualização de 4,3% na gasolina e 4,6% no diesel, refletindo uma alta nas cotações internacionais de 16,5% na gasolina e 11,3% no diesel. Em comparação com a semana anterior, a média dos preços de varejo anunciados nos postos ficou 3,1 centavos por litro abaixo do preço eficiente no caso da gasolina e 7,1 centavos abaixo no diesel, indicando que ainda há espaço para aumentos futuros. O diesel deve aumentar oito centavos, enquanto a gasolina deve encarecer 7,2 centavos já a partir desta segunda-feira e mesmo depois do desconto no ISP anunciado pelo governo. Saiba onde é que são os postos mais baratos. Beatriz Vasconcelos com Lusa | 07:32 – 16/03/2026 Há desconto em vigor Na semana em análise, entra em vigor uma nova redução temporária do Imposto sobre Produtos Petrolíferos, anunciada na sexta-feira, que devolve parte da arrecadação do ICMS e representa uma economia adicional de 4,997 centavos por litro no diesel e 2,699 centavos na gasolina. Para efeito de comparação, de acordo com os dados mais recentes da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), os preços médios atuais nos postos estão em 1,834 euros por litro no diesel e 1,778 euros na gasolina 95. O custo dos combustíveis varia de acordo com cada posto de abastecimento, marca e a zona do país. A tendência de alta nas duas últimas semanas acompanha a volatilidade internacional, intensificada pela tensão no Oriente Médio, incluindo o fechamento do estreito de Ormuz, por onde passam cerca de 20% da produção global de petróleo e quase 20% do gás natural liquefeito (GNL). Leia Também: Medidas para combustíveis? “Decisões finais” nas mãos do Conselho Europeu

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