“País Vive Era de Estabilidade e Esperança Renovada Apesar

“País Vive Era de Estabilidade e Esperança Renovada Apesar

advertisemen tO chefe do Estado, Daniel Chapo, declarou que Moçambique vive uma era de estabilidade política, social e de “esperança renovada”, apesar dos ataques terroristas que acontecem na região Norte de Moçambique, com destaque para a província de Cabo Delgado, pedindo apoio internacional para enfrentar a situação. “Após um ano de mandato e com a implementação firme dos 12 compromissos assumidos com o nosso povo, iniciada com o plano dos primeiros 100 dias, podemos afirmar, com convicção, que Moçambique vive hoje uma era de estabilidade política, econômica e social e de esperança renovada”, descreveu. Ao receber no Palácio da Ponta Vermelha, em Maputo, os cumprimentos do corpo diplomático acreditado no País, Chapo lembrou que tomou posse a 15 de Janeiro de 2025, numa altura em que se registavam “manifestações violentas que destruíram bens, causando desemprego, mas também pelo terrorismo e pelos eventos extremos.” “Um sinal claro dessa estabilidade foi a retirada de Moçambique da lista cinza do Grupo de Ação Financeira (GAFI), de lavagem de dinheiro, em outubro, classificada como um marco importante para o resgate da confiança internacional, atração de investimentos e fortalecimento dos alicerces da independência econômica”, destacou. Na ocasião, o Presidente de República, explicou que, apesar dos ataques e destruições, o País tem apostado na reconstrução das infra-estruturas, apoio humanitário e reconciliação social, consciente de que a paz só se consolida quando se vive com “dignidade, segurança e esperança.” “Reiteramos, portanto, nosso apelo à solidariedade e ao apoio contínuo da comunidade internacional ao enfrentarmos esse flagelo e, acima de tudo, à assistência humanitária que tivemos quando nossas populações se deslocam.” Desde outubro de 2017, Cabo Delgado, província rica em recursos naturais, nomeadamente gás, tem sido palco de uma insurgência armada que já causou milhares de mortos e levou a uma crise humanitária com mais de um milhão de deslocados internos. Em abril de 2024, os ataques também se espalharam pela vizinha província de Niassa. Um dos episódios mais graves ocorreu na Reserva Niassa e no Centro Ambiental Mariri, no distrito de Mecula, onde grupos armados não estatais atacaram instalações, roubaram propriedades, destruíram acampamentos e uma aeronave do parque. Esses atos resultaram na morte de pelo menos duas pessoas, e levaram ao deslocamento de mais de dois mil indivíduos, dos quais 55% crianças.advertisement

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