Reabilitação urbana abranda crescimento no final do 1º.

Governo altera programa 1.º Direito para assegurar execução

De acordo com o inquérito mensal ao mercado da reabilitação urbana da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas Nacional (AICCOPN), o “mercado da reabilitação urbana no final do primeiro trimestre de 2026 evidencia uma trajetória de abrandamento face ao dinamismo observado em períodos anteriores, sinalizando uma inflexão no ciclo de crescimento”.

Assim, o índice que reflete a perceção dos empresários quanto à evolução do nível de atividade registou uma diminuição homóloga de 0,8%, enquanto o índice da carteira de encomendas apresentou um decréscimo de 1,4%.
No que se refere à produção contratada, indicador que estima o número de meses de atividade assegurada a um ritmo normal de execução, aponta para um horizonte de oito meses de atividade, evidenciando uma redução face aos 8,9 meses reportados no período homólogo.
Os dados da AICCOPN indicam ainda que se registou uma quebra homóloga de 20,1% no licenciamento de obras de reabilitação, até fevereiro, com reduções de 15,5% no segmento habitacional e de 26,9% no não residencial, em termos homólogos
A associação salientou que os dados de licenciamento abrangem exclusivamente as intervenções sujeitas a controlo prévio municipal, não espelhando o universo completo da atividade realizada no domínio da reabilitação urbana.
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