Trabalhadores em ‘lay-off’ caem 54,3% em janeiro para 5.616

Trabalhadores em 'lay-off' caem 54,3% em janeiro para 5.616

Em janeiro, “o número total de situações de ‘lay-off’ com compensação retributiva, (concessão normal, de acordo com o previsto no Código do Trabalho), foi de 5.616”, segundo a síntese elaborada pelo Gabinete de Estratégia e Planeamento (GEP) do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social divulgada hoje. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve queda de 6.673 parcelas processadas, o equivalente a um recuo de 54,3%. Já na comparação em cadeia, foi observada uma queda de 875 parcelas processadas, o que se traduz em uma queda de 13,5% em relação a dezembro. Trata-se de uma descida pelo segundo mês consecutivo, isto é, desde novembro, quando tinham subido 19,2% em termos homólogos e aumentado 37,3% face ao mês anterior, para 7.510, atingindo o número mais elevado desde janeiro de 2025. Na altura, o GEP referia que essa subida se devia “principalmente a duas empresas”, que representavam “quase 40% dos trabalhadores de ‘lay-off’ face ao total nacional (naquele mês)”, mas não referia as empresas em questão. Voltando aos dados divulgados hoje pelo GEP, o regime de redução de jornada abrangeu 3.511 pessoas em janeiro, 52,6% a menos em relação a janeiro de 2025 (3.896 benefícios a menos) e um decréscimo de 10,5% (413 benefícios a menos) em relação ao mês anterior. Já o regime de suspensão temporária registrou queda anual de 56,9% (menos 2.777 processamentos) e caiu 18% em relação a dezembro (menos 462 processamentos), totalizando 2.105. Em janeiro, os benefícios de ‘lay-off’ foram processados ​​a 305 empregadores, o que corresponde a uma queda de 82 em relação ao mesmo período do ano passado e a um decréscimo de 17 entidades em relação a dezembro. O ‘lay-off’ consiste na redução temporária dos períodos normais de trabalho ou suspensão dos contratos de trabalho efetuada por iniciativa das empresas, durante um determinado tempo, devido a motivos de mercado, motivos estruturais ou tecnológicos ou catástrofes ou outras ocorrências que tenham afetado gravemente a atividade normal da empresa. Leia Também: Contribuições de estrangeiros para a seg. Social sobem 8 vezes em 10 anos

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