“Mudanças Climáticas e Desastres Naturais Colocam Desafios às Mulheres em Moçambique” – Banco Mundial

Um relatório do Banco Mundial sobre avaliação de género constata que os conflitos, as mudanças climáticas e os desastres naturais continuam a colocar desafios, sobretudo às mulheres, no País, informou esta sexta-feira, 31 de Maio, a Rádio Moçambique.


Escrita Por: Administração | Publicado: 1 year ago | Vizualizações: 22121 | Categoria: Economia


O documento refere ainda que o clima e as catástrofes naturais têm maiores impactos na saúde das mulheres e das raparigas e aponta que continuar a capacitar as mulheres para ganharem maior controlo sobre as suas vidas pode ser a chave para o alcance da igualdade de género. Para a especialista sénior em Desenvolvimento Social do Banco Mundial em Moçambique, Hiska Reyes, a redução dos comportamentos sexuais de risco nas raparigas e mulheres pode mitigar a gravidez na adolescência, incluindo o HIV/SIDA. Outras Notícias Para Ler Os Planos da ENH Para o Conteúdo Local INP Encoraja Investidores a Regressarem Com os Projectos de GNL em Cabo Delgado 31 DE MAIO, 2024 Preço do Ouro pode Aumentar Mais de 90% nos Próximos Três Anos Ouro Avança Ligeiramente. Investidores Aguardam Indicador de Inflação Favorito da Fed 31 DE MAIO, 2024 BCI Atribui Material Informático à Escola 4 de Outubro BCI Atribui Material Informático à Escola 4 de Outubro 31 DE MAIO, 2024 Singapura Inaugura um Dos Maiores Parques Fotovoltaicos Flutuantes do Mundo Salários Dos Professores de Música Permanecem Baixos” – Estudo 31 DE MAIO, 2024 Startup Moçambicana Destaca-se na VivaTech Com Aplicativo de Saúde “APOIO” Startup Moçambicana Destaca-se na VivaTech Com Aplicativo de Saúde “APOIO” 31 DE MAIO, 2024 “Concluímos que existem cinco áreas prioritárias fundamentais em que é necessária uma acção multissectorial e orientada. A primeira é a redução do casamento infantil e da gravidez na adolescência e a manutenção das raparigas na escola. A segunda área de incidência deve ser o aumento das oportunidades económicas das mulheres e da produtividade agrícola. Em terceiro lugar, reduzir as elevadas taxas de fertilidade, melhorar a saúde sexual, reprodutiva e materna das mulheres e das raparigas e reduzir o peso desigual do HIV/SIDA. Para o quarto ponto, recomendamos que se concentre a atenção na redução das elevadas taxas de violência baseada no género e que se melhore a qualidade e o acesso aos serviços de apoio”, apontou, destacando que “por último, é necessário reforçar a capacidade de resistência das mulheres e das raparigas às alterações climáticas, às catástrofes naturais e aos conflitos. Recomendamos abordagens específicas e multissectoriais”.
Partilhar
Comentarios
Publicidade