“Fenómeno El Niño Está a Enfraquecer” – Diz INAM

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) informou que o fenómeno El Niño está a enfraquecer no País e que a tendência agora é a transição para o fenómeno La Niña, que deve afectar a próxima época chuvosa, noticiou esta segunda-feira, 22 de Julho, a Rádio Moçambique.


Escrita Por: Administração | Publicado: 1 year ago | Vizualizações: 38 | Categoria: Economia


Segundo o meteorologista do INAM, em Gaza, Leonardo Duma, neste momento, o País está sob influência da fase neutra dos fenómenos climáticos El Niño e La Ninã. A fonte explicou que o enfraquecimento do El Niño decorre da redução do nível de aquecimento das águas do oceano Pacífico. O meteorologista fez saber que em caso de uma transição efectiva de El Niño para La Niña, a próxima época chuvosa poderá ser de muita precipitação. Outras Notícias Para Ler Autoridades Descentralizam Balcões de Atendimento Para Evitar “Caos” na Fronteira de Ressano Garcia Maláui: Fundo Verde Para o Clima Aprova 52 M$ Para Apoiar o País 23 DE JULHO, 2024 Moçambique e Tanzânia Organizam Fórum de Negócios Para Catapultar Capitalização Das PME CPLP: PR Enfatiza Estabilidade e Retoma de Actividades em Cabo Delgado 23 DE JULHO, 2024 Angola: EXIM Aprova 1,6 MM$ Para Energia Solar 23 DE JULHO, 2024 BCI Oferece Material Informático à Escola Secundária Mártires de Mbuzine BCI Oferece Material Informático à Escola Secundária Mártires de Mbuzine 23 DE JULHO, 2024 O fenómeno El Niño tem estado a afectar o País de forma profunda, sendo a província de Sofala a que mais sofre. Já em Maio, a directora do serviço distrital das Actividades Económicas, Sidónia Enosse, informou que o fenómeno climático deixou cerca de 33 mil famílias sob ameaça de fome devido à seca no distrito de Búzi. “O impacto da situação calamitosa é maior nas localidades de Guara-guara, Banduè, Chissinguana, Nharongue e Estaquinha, onde a crise alimentar é quase uma realidade”, avançou a responsável, que explicou que a seca verificada no distrito do Búzi levou, nesta época, à perda de cerca de 200 mil hectares, sobretudo de culturas como o milho e arroz.
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