Consumo global de vinho atinge mínimos de 1957 mas em

Nove dos 10 principais mercados registraram quedas, como os EUA, com uma redução de 4,3% para 31,9 milhões de hectolitros. Na Europa, houve quedas no consumo em países como Itália (-9,4%), Rússia (-5,5%), Espanha (-5,2%), Alemanha (-4,3%) e França (-3,2%). Destaca-se ainda um recuo de 13% na China. No sentido oposto aparecem Brasil e Portugal, com aumentos respectivos de 41,9% e 5,6%. Por sua vez, as exportações tiveram queda de 4,7% para 94,8 milhões de hectolitros. Já em valor houve queda de 6,6% para R$ 33,8 mil milhões, ou seja, 4,4% abaixo da média dos últimos cinco anos. Segundo a OIV, as quedas ocorridas no comércio internacional devem-se às tarifas impostas pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, aos vinhos importados pelos EUA, assim como à diminuição da procura nos principais países consumidores e a flutuações cambiais. O preço dos vinhos exportados teve um retrocesso de 2,1% para uma média de 3,56 euros por litro. Em 2025, a produção global de vinho teve uma recuperação de 0,6% para 227 milhões de hectolitros. Leia Também: Cerveja, vinho e cidra: As novidades sem álcool para beber à vontade



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