Retalho e restauração propõem cheque habitação e TSU zero

Retalho e restauração propõem cheque habitação e TSU zero

Em comunicado, a associação lamentou a falta de acordo na Concertação Social e considerou que o país precisa de uma lei trabalhista “amiga da criação de empregos, especialmente em um contexto de forte concorrência internacional e com a dificuldade evidente em reter talentos”. “Empresas mais competitivas e produtivas têm maior capacidade de contratar, treinar, reter talentos e pagar melhores salários”, indica ainda a nota. Além das medidas discutidas pelos parceiros sociais, a AMRR propõe a criação de um cheque habitação anual de até 2.000 euros, pago pelas empresas aos trabalhadores para renda ou crédito habitação, com isenção de IRS e Segurança Social. “Essa medida aumenta a renda útil das famílias, ajuda as empresas a atrair e reter talentos e responde diretamente ao peso crescente da habitação no orçamento dos trabalhadores. Trabalhar deve ajudar a pagar a casa”, sustenta a associação no comunicado. A outra proposta consiste na isenção de TSU para empresas que celebrem contratos permanentes para trabalhadores jovens durante um período de dois anos. “A medida deve ser simples, automática e sem burocracia excessiva, premiando quem aposta em emprego estável e incentivando a contratação jovem com vínculo permanente”, diz o comunicado. A AMRR, criada no contexto da pandemia, representa operadores, marcas e empresas dos setores de varejo e restaurantes em Portugal. Leia Também: Projeto Acelerar o Norte já concedeu vouchers a mais de 4,5 mil empresas

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