Água da rede pública nas Caldas da Rainha mantém qualidade

“À data, não existe qualquer indicação que justifique restrições ao consumo de água da rede pública, mantendo-se a situação sob acompanhamento contínuo e preventivo”, refere uma nota publicada na página da rede social Facebook da autarquia. Este esclarecimento sobre a qualidade e segurança da água no concelho, segundo os SMAS, surge na sequência de vários contactos telefónicos recebidos sobre eventuais riscos associados ao consumo de água após a passagem da tempestade Kristin. De acordo com a mesma nota, os sistemas de captação, tratamento e distribuição encontram-se a funcionar normalmente, sendo realizados controlos analíticos, de forma a garantir o cumprimento integral dos parâmetros legais de qualidade da água para consumo humano data. Os SMAS informam ainda que a qualidade e a segurança da água distribuída no concelho das Caldas da Rainha estão a ser permanentemente monitorizadas, em estreita articulação com as orientações da Direção-Geral de Saúde e das entidades competentes. Dez pessoas morreram desde a semana passada na sequência do mau tempo. A Proteção Civil contabilizou cinco mortes diretamente associadas à passagem da depressão Kristin e a Câmara da Marinha Grande anunciou uma outra vítima mortal, a que se somaram depois quatro óbitos registados por quedas de telhados (durante reparações) ou intoxicação com origem num gerador. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, que provocou algumas centenas de feridos e desalojados. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos. O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros. Leia Também: Câmara de Alcoutim alerta para “aumento drástico” do Guadiana



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