Autoridade da Concorrência dá ‘luz verde’ à compra da Secil

A decisão, datada do dia 18 deste mês, foi publicada hoje no portal do regulador da concorrência, que decidiu “adotar uma decisão de não oposição à operação de concentração”. Na visão da AdC, essa operação “não é suscetível de criar entraves significativos à concorrência efetiva no mercado nacional ou em parte substancial dele”. A Semapa, que se dedica à produção de cimento, concreto, agregados, argamassas e cal hidráulica, opera em Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Líbano, Espanha, Holanda e Tunísia. Por sua vez, a Molins, que é listada na Bolsa de Barcelona, também atua no setor de cimento e produz agregados, concreto e derivados, argamassa e pré-moldados de concreto. Suas subsidiárias estão em vários países da Europa, como Portugal, Espanha, Bósnia e Croácia, mas também nos continentes americano e africano. Em Portugal, a empresa produz, essencialmente, pré-fabricados de concreto, através da Prefabricaciones y Contratas e Concremat. Quaisquer observações sobre esta operação devem ser enviadas à Concorrência dentro de 10 dias úteis. Em 19 de dezembro, a Semapa informou ao mercado que estima um ganho de cerca de 400 milhões de euros no ano fiscal de 2026 com a venda da Secil para a espanhola Molins. No mesmo dia, a Semapa, que tem entre outras a lixeira Navigator, anunciou a venda da Secil para a Molins por 1,4 bilhão de euros. Leia Também: FMI recomenda que China reduza pela metade subsídios e apoio à indústria



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