Inflação na Turquia desacelera para mínimo de 44 meses ao
O Instituto de Estatísticas do Estado da Turquia (Türkstat) adiantou que os setores que mais contribuíram para o aumento dos preços foram o da educação (75,5%), habitação (62,01%), alimentos e saúde (37,49%).
Numa clara tendência de queda, a inflação homóloga na Turquia tem se afastado do pico de 85,5% atingido em outubro de 2022, e não estava num nível tão baixo desde novembro de 2021, quando foi de 21,31%, de acordo com os dados do Türkstat.
Em cadeia, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) subiu 2,06% entre junho e julho, um aumento superior ao de 1,37% registado em junho.
Num comunicado divulgado nas redes sociais, o ministro das Finanças turco, Mehmet Simsek, atribuiu o aumento da inflação em cadeia a efeitos sazonais.
“O processo de desinflação avança conforme os nossos objetivos (…) Continuaremos implementando com firmeza o nosso programa para alcançar uma estabilidade de preços duradoura, que é a nossa principal prioridade”, escreveu o ministro.
Com o mesmo objetivo principal, o Banco Central da Turquia reduziu, em julho, as taxas de juro em 300 pontos base, de 46% para 43%, superando a queda de 250 pontos que os mercados esperavam.
A instituição afirmou que manterá a política monetária restritiva até alcançar uma redução significativa na tendência subjacente da inflação e previu uma diminuição da taxa homóloga para 24% em 2025 e 12% em 2026.
O dado oficial da inflação homóloga de julho, divulgado pelo Türkstat, é bastante inferior ao de 65,15% calculado pelo ENAG, um grupo independente de académicos e economistas.
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