BCI e Associação Heartseed Promovem Ação Ambiental na Ilha

BCI e Associação Heartseed Promovem Ação Ambiental na Ilha

Foi realizada, há alguns dias, na Ilha de Moçambique, província de Nampula, a segunda etapa da campanha de limpeza da praia junto ao Omuhipiti, iniciativa promovida pela Associação Heartseed, em colaboração com o BCI, no âmbito das ações de sensibilização ambiental sobre o tema “Lixo na Praia Não”. Durante a jornada, os participantes realizaram a coleta de resíduos sólidos ao longo da faixa costeira, contribuindo ativamente para a melhoria das condições ambientais e para a valorização daquele importante espaço turístico e ecológico. A atividade também integrou momentos de conscientização sobre os impactos da poluição ambiental, com foco no ecossistema marinho, na saúde pública e no turismo local. Na ocasião, o representante da Associação Heartseed, Francisco Sitoe, destacou a relevância do envolvimento comunitário em ações contínuas de limpeza e educação ambiental, ressaltando que pequenas ações coletivas podem gerar impactos positivos significativos na preservação do meio ambiente. Por sua vez, o BCI reiterou seu compromisso com iniciativas de responsabilidade social e ambiental, reafirmando o apoio a projetos que promovam a sustentabilidade e o bem-estar das comunidades. A atividade foi marcada por um forte espírito de cooperação, cidadania e responsabilidade ambiental, evidenciando a importância de esforços conjuntos na preservação das praias e na proteção dos recursos naturais. Esta ação dá continuidade à primeira etapa da campanha, realizada na semana anterior na Escola Secundária da Ilha de Moçambique, onde ocorreu uma palestra de sensibilização sobre o mesmo tema. A sessão teve como objetivo conscientizar os estudantes sobre a importância da preservação ambiental, com foco especial na limpeza e proteção das áreas costeiras. Durante a palestra, o ativista ambiental Paulo Matsinhe abordou os impactos negativos do lixo nas praias, destacando a poluição marinha, a degradação dos ecossistemas e os riscos à saúde pública. Ele também ressaltou a necessidade de mudança de comportamento, incentivando práticas sustentáveis ​​como a redução do uso de plásticos, a correta deposição de resíduos e o envolvimento ativo em ações comunitárias. Na mesma ocasião, Francisco Sitoe reforçou o papel da educação ambiental como instrumento essencial na formação de cidadãos responsáveis, convocando os estudantes a se tornarem agentes de mudança em suas comunidades.

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