DE Lança Doing Business. Na Primeira Edição o Foco é o Golfe

DE Lança Doing Business. Na Primeira Edição o Foco é o Golfe

advertisemen tO Diário Económico lançou nesta quarta-feira, 20 de maio, no Hotel Meliã, em Maputo, a primeira edição do Doing Business, uma nova linha editorial premium (com versão print e digital) voltada para a análise aprofundada de setores estratégicos da economia nacional. O projeto pretende se posicionar como uma plataforma de reflexão econômica de longo formato, complementando a atual dinâmica de consumo rápido de informação digital. Na edição inaugural, o foco recai sobre o Golfe em Moçambique, analisado como uma indústria com potencial para impulsionar o turismo de luxo, atrair investimento privado, impulsionar o imobiliário e reforçar o posicionamento internacional do País. A publicação reúne entrevistas, indicadores setoriais e análises sobre o impacto econômico da modalidade no contexto moçambicano sem deixar de olhar para o contexto internacional. Lançamento reuniu setor financeiro, turismo e empresários O lançamento aconteceu em Maputo e reuniu representantes do setor financeiro, empresários, operadores turísticos e agentes ligados à modalidade. O painel principal contou com a participação de Danilo Nhantumbo, presidente da Associação Moçambicana de Golfe (AMOGOLFE), e Sansão Conjo, Diretor de Wealth Banking do Absa Bank Moçambique. Na abertura da sessão, o diretor executivo da Media4Development, Pedro Cativelos, afirmou que o objetivo da nova linha editorial é aprofundar temas estruturantes para a economia moçambicana, criando espaço para uma leitura mais estratégica de setores com potencial transformador. “O golfe parece apenas um esporte, mas quando você entende seu ecossistema, você percebe que está ligado ao investimento, ao turismo, à diplomacia econômica e aos negócios.” Golfe como plataforma econômica Durante o debate, Danilo Nhantumbo defendeu que o golfe deve ser visto como uma indústria global e não apenas como uma modalidade esportiva. Segundo ele, diversos mercados internacionais usam o golfe como instrumento de promoção turística, valorização imobiliária e atração de investimentos estrangeiros, especialmente em segmentos premium. “O golfe une pessoas, economias e nações. Vai muito além do esporte. É uma ferramenta de diplomacia econômica e desenvolvimento”, disse. Inhambane receberá primeira Zona Especial de Turismo de Golfe Um dos principais anúncios do encontro foi a criação, em Inhambane, da primeira zona especial dedicada ao turismo de golfe em Moçambique. O projeto prevê a construção de dois campos projetados por Gary Player e Ernie Els, duas referências internacionais da modalidade. O governo deve aprovar, nas próximas semanas, o marco legal necessário para operacionalizar a iniciativa e criar condições específicas de atração de investimentos. A província de Inhambane é vista pelos promotores como uma localização estratégica devido ao potencial turístico, à extensa costa do Índico e à possibilidade de desenvolvimento de projetos integrados de hotelaria, resorts e imóveis premium. Segundo os participantes, a aposta pode gerar efeitos indiretos em setores como construção, restaurantes, transporte, comércio e serviços financeiros. Absa posiciona Golfe como plataforma de relacionamento O setor financeiro surge igualmente como um dos atores interessados ​​no crescimento do ecossistema associado ao golfe. Sansão Conjo explicou que o envolvimento do Absa vai além do patrocínio esportivo, posicionando a modalidade como plataforma de relacionamento e networking empresarial. “O golfe cria um ambiente diferente, mais próximo e mais estratégico para construir relacionamentos de confiança”, disse ele. Segundo ele, o banco tem promovido iniciativas internas para aproximar os funcionários da modalidade, incluindo programas de treinamento e participação em torneios, em uma lógica de fortalecimento do relacionamento com clientes e investidores. Turismo, investimento e imobiliário no centro da estratégia Ao longo do painel, foram destacados exemplos internacionais, como Dubai, África do Sul e Arábia Saudita, mercados onde o golfe tem papel relevante na dinamização do turismo, do imobiliário e da economia de serviços. Os participantes defenderam que Moçambique poderá captar parte desses fluxos caso consiga estruturar o setor com políticas públicas adequadas, simplificação de licenciamentos e incentivos ao investimento. “O golfe não movimenta apenas esportes. Ele movimenta turismo, investimento, construção, resorts e serviços”, disse Danilo Nhantumbo. Democratização do esporte entra na pauta Outro tema abordado foi a democratização do acesso ao golfe. Danilo Nhantumbo ressaltou que o futuro da modalidade em Moçambique também dependerá da abertura do esporte para as comunidades, jovens e novos praticantes. A AMOGOLFE planeja organizar, nos próximos meses, iniciativas como o “Presidential Golf Day”, o “First Lady Golf Classic” e o “Golf Summit”, encontro internacional que deve reunir investidores, arquitetos, operadores turísticos e representantes da indústria do golfe africano. “Queremos abrir as portas para a sociedade. O golfe não deve ser visto apenas como um espaço fechado”, disse. Nova linha editorial reforça estratégia premium da M4D A publicação Doing Business é uma iniciativa da Media4Development, publisher detentora da revista Economia & Mercado e dos portais Diário Económico, 360º Mozambique e 360º Angola, reforçando a aposta do grupo no desenvolvimento de produtos editoriais premium orientados para decisores, investidores e líderes empresariais em Moçambique e nos mercados internacionais. Clique para ler a edição completaa dvertisement

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