Digi tem equipas no terreno a avaliar danos e a trabalhar na

Digi: "A nossa prioridade na área de Lisboa é resolver

“A Digi continua a acompanhar a situação de forma permanente, comprometendo-se a restabelecer integralmente a rede móvel com a maior brevidade possível”, acrescentou a mesma fonte, referindo que desde o primeiro momento as suas equipas estão no terreno “a avaliar os danos e a trabalhar na recuperação das infraestruturas, com o objetivo de restabelecer o serviço com a maior brevidade possível”. De acordo com a empresa, “para apoiar quem enfrenta maiores dificuldades, o operador vai disponibilizar dados móveis ilimitados durante 30 dias aos clientes do serviço móvel localizados nas zonas mais afetadas”. Atualmente, referem que a rede de fibra ótica da Digi está operacional em todo o país. Quanto à rede móvel, “a maioria das infraestruturas já foi recuperada, embora possam persistir algumas limitações em zonas onde o fornecimento de energia elétrica continua condicionado, incluindo áreas rurais e alguns centros urbanos dos concelhos afetados”, acrescentou. Para minimizar o impacto destas situações, a operadora “tem vindo a implementar várias soluções no terreno, como a instalação de sistemas de energia alternativos, o roteamento alternativo de transmissão entre infraestruturas, soluções complementares via satélite e o reforço das equipas de monitorização”. O objetivo é assegurar “que as comunicações móveis essenciais se mantêm o mais funcionais possível durante este período excecional”. A Digi “continua a acompanhar de perto a evolução da situação, com o compromisso de restabelecer integralmente a rede móvel e de permanecer ao lado dos clientes que confiam nos seus serviços, mesmo nos momentos mais desafiantes”. Os concelhos abrangidos, disse, são Abrantes, Alcanena, Alcobaça, Alvaiázere, Ansião, Batalha, Cadaval, Caldas da Rainha, Cantanhede, Castanheira de Pêra, Castelo Branco, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Constância, Covilhã, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Figueira da Foz, Figueiró dos Vinhos, Fundão, Góis, Golegã, Idanha-a-Nova, Leiria, Lousã, Lourinhã, Mação, Marinha Grande, Mealhada, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Nazaré, Oleiros, Ourém, Pampilhosa da Serra, Penacova, Penamacor, Penela, Peniche, Pedrógão Grande, Pombal, Porto de Mós, Proença-a-Nova, Rio Maior, Santarém, Sardoal, Sertã, Soure, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Vagos, Vila de Rei, Vila Nova da Barquinha, Vila Nova de Poiares e Vila Velha de Ródão. Dez pessoas morreram desde a semana passada na sequência do mau tempo. A Proteção Civil contabilizou cinco mortes diretamente associadas à passagem da depressão Kristin e a Câmara da Marinha Grande anunciou uma outra vítima mortal, a que se somaram depois quatro óbitos registados por quedas de telhados (durante reparações) ou intoxicação com origem num gerador. A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, que provocou algumas centenas de feridos e desalojados. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos. O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 68 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros. Leia Também: CEO da NOS critica Marcelo: “Profunda insensibilidade e desumanidade”

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