Cloud soberana dividida entre Infraestruturas e Reforma do

Portugal e Espanha vão avaliar custos de migração para

“Quem vai gerir do ponto de vista cotidiano o que é o uso dessa infraestrutura é a modernização, a digitalização, e portanto, fica muito claro essa posição dentro do Governo, alguém que tem o ‘hardware’, a infraestrutura, e a outra tutela que tem o ‘software'”, disse o ministro. O governante falava durante o último dia do congresso da APDC (Digital Business Congress), que decorreu no Fórum Tecnológico de Lisboa (LISPOLIS), sob o mote “A Europa na Era Digital – O Equilíbrio entre Soberania, Segurança e Inovação”. Pinto Luz também assumiu que a IP Telecom será a empresa que vai gerir a infraestrutura da ‘cloud’ soberana, e que vai “oferecer serviços essencialmente ao Estado, mas também a PME (pequenas e média empresas)”. O governante também afirmou ter a conclusão da ‘nuvem’ soberana concluída em 2030 e começar a ter uma “economia de mais de 30 milhões de euros”. “Temos os investimentos garantidos do lado da IP Telecom, mas também do lado tudo o que são investimentos de migração das atuais ‘nuvem’ que os diversos órgãos do Estado usam, tudo para a nuvem soberana a partir de 2030”, reiterou o ministro. Pinto Luz, todavia, relembra que o interesse do investimento na ‘nuvem’ soberana não é puramente financeiro, abrangendo também as aéreas de segurança e soberania. “Não buscamos na ‘nuvem’ soberana somente ganhos financeiros, buscamos naturalmente também segurança, soberania, sob os dados que são críticos do ponto de vista da gestão de um Estado de Direito e de uma nação independente”, asseverou. O ministro que tutela as infraestruturas também referiu que “Portugal não está para vender ao desbarato”, classificando como um destino importante e com enorme procura para a instalação de ‘data centers’ (centros de dados). “Portugal é um destino importante, tem uma demanda enorme, mais de 40 pedidos de instalação de ‘data centers’ hoje, de grande porte, de pequeno porte, de capacidade mais fina”, disse. “Mas nós estamos buscando aqueles que queiram, junto com o país, fazer esse compromisso com as universidades, deixando a economia também ferver”, completou. Leia Também: Diretora da Meta afirma que Europa não precisa de nuvem própria

Publicar comentário